Beleza

Como evitar constrangimentos no salão ao trocar de cabeleireiro ou manicure

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Honestidade ajuda a evitar climão na hora de trocar de profissional no salão imagem: Getty Images

Juliana Simon

Do UOL, em São Paulo

Na hora de cuidar da beleza, ter um profissional de confiança que conhece seu gosto é importante. No entanto, a relação --que deveria ser estritamente profissional-- muitas vezes acaba sendo confundida com amizade e os encontros viram verdadeiras sessões de terapia. Mas como evitar o climão de trocar de salão ou de profissional se o trabalho do cabeleireiro, manicure ou depiladora não é mais o que você quer? O UOL procurou especialistas em etiqueta para contornar o embaraço.

Dicas para evitar momentos de tensão

  • Antes do climão

    "Apesar de o salão de beleza ser um lugar bem convidativo para relaxar e conversar, as pessoas se esquecem que também é um ambiente muito propício para fofocas", lembra Rachel Jordan, consultora de imagem e comportamento. Segundo a profissional, o ideal é conversar sobre amenidades e evitar assuntos como problemas de família, financeiros ou sexuais. Manter um relacionamento de respeito pelo profissional é o ideal.

  • É preciso avisar a mudança?

    Segundo Ligia Marques, consultora de etiqueta e marketing pessoal, honestidade é fundamental. "O melhor é dizer que não gostaria que ficasse magoado, que gosta do trabalho que faz, mas que quer experimentar uma nova 'mão'", diz. Se explicar sua decisão, será mais fácil ele não ficar chateado e se quiser poder até voltar atrás depois.

  • E se a troca é por um profissional do mesmo salão?

    "Às vezes a simples entrada de um profissional mais famoso no salão já é um motivo para a troca ou até mesmo a indicação de uma amiga. Infelizmente, no começo, sempre vai haver um clima. Mas com delicadeza, se o profissional já é seu conhecido há algum tempo, uma explicação pode ser positiva", analisa Rachel.

  • O que fazer se o profissional te confrontar?

    Para Ligia, é preciso ter em mente que se você não está satisfeita com o profissional que a atende ou se quer experimentar outro, está em seu total direito. "Honestidade e sinceridade são sempre as melhores opções e temos que nos acostumar e fazer os outros se acostumarem a elas", declara. Rachel concorda e lembra que um profissional competente vai entender que o cliente que tem total liberdade de escolher por quem quer ser atendido.

  • Não é o fim...

    A relação com o profissional "trocado", como qualquer outra, requer ética. "Da mesma maneira que não gostaria de saber que falam mal de você, nunca fale mal do profissional antigo, isso é feio e indelicado", indica Rachel.

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