Beleza

Tendências internacionais ainda ditam ritmo da indústria brasileira de esmaltes

ISABELA LEAL

Colaboração para o UOL

Cores inusitadas, efeitos psicodélicos, muitas marcas novas no segmento e até fama de acessório indispensável. Nos últimos cinco anos aconteceu uma revolução no mercado de esmaltes que os colocou pra valer no mundo da moda e da beleza. Antes restritos aos nudes e vermelhos, os frascos agora oferecem uma infinidade de cores e estilos – com brilho, sem brilho, metálicos, flocados, holográficos, duocromáticos e craquelados. Outra coisa que chama a atenção é a velocidade com que as marcas brasileiras acompanham as cores e tendências dos importados. Prova disso foi o lançamento do esmalte verde militar da Colorama que chegou ao varejo poucos dias antes do Khaki Vert da Chanel, em 2010.

Todas essas transformações indicam que os esmaltes nacionais podem ser competitivos e agradar às consumidoras mais atentas ao que acontece no mercado mundial, mas ainda há uma preferência esmagadora pelos vidrinhos que vêm de fora. “De dez clientes que atendo, oito usam esmalte importado. É uma pena porque nossos esmaltes são excelentes", afirma a manicure Carmen Lúcia Luiz, do salão MG Hair Design, de São Paulo.

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