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Novos tratamentos prometem eliminar manchas e até substituir a cirurgia plástica facial; conheça

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Novas tecnologias chegam aos consultórios de dermatologistas com a promessa de atuar em problemas específicos, aumentando ainda mais sua eficácia imagem: Thinkstock

Isabela Leal

Do UOL, em São Paulo

Todo ano dermatologistas do mundo inteiro se reúnem no encontro da Academia Americana de Dermatologia para apresentarem e discutirem métodos e tratamentos que resolvam os mais variados problemas de pele como flacidez, rugas, manchas, envelhecimento, acne, redução de colágeno, perda do contorno facial, entre outros. Esse ano, o encontro aconteceu em San Diego, na Califórnia, e trouxe novidades animadoras, que vão desde um método simples como a tecnologia que potencializa a penetração de ativos nas camadas mais profundas da pele até uma grande descoberta, como o laser que não dispara a melanina, descartando assim a possibilidade de efeito rebote no tratamento de manchas. “O método acaba de ser aprovado pelo FDA, nos Estados Unidos e representa um divisor de águas no tratamento de melasma. Estudos mostram uma eficácia de 92% dos casos, absolutamente sem efeito rebote, somente com o laser, sem uso de despigmentante”, ressalta a dermatologista Mônica Aribi, de São Paulo, que já adotou o tratamento entre seus pacientes e começa a ver a teoria sair do papel para se comprovar na prática. “Os resultados são concretos”, diz.

Precisão eficaz
Os equipamentos modernos estão cada vez mais segmentados para tratar de problemas específicos, o que contribui para uma eficácia maior. “As tecnologias de ponta são capazes de levar o tratamento o mais próximo possível da patologia. O estímulo das camadas mais profundas da pele até a musculatura favorece a recolocação dos músculos e da gordura devolvendo a juventude de forma natural. Com os benefícios atingindo níveis profundos, a tendência será ficar cada vez mais longe da cirurgia reconstrutiva”, acredita a dermatologista Patrícia Rittes, de São Paulo.  

Mas, como tudo tem os dois lados, ainda existe um aspecto desses novos tratamentos que parece estar longe do ideal: o custo. “Os avanços são significativos, mas a tecnologia ainda é cara, tanto para o médico adquirir quanto para o paciente utilizar”, reconhece a dermatologista Mônica Felici, de Campinas (SP).

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