Casamento

Charmosa tendência das pequenas porções faz sucesso em casamentos

Mayara Alves

Do UOL, em São Paulo

O que antes não passava de petiscos para a entrada das festas de casamento, hoje é visto com olhar de sofisticação. Está na moda o “finger food” (para comer com os dedos, em tradução livre do inglês), nada mais do que aquelas comidas divididas em potinhos, feitas para “beliscar”. “Agora, usamos pratinhos charmosos e investimos ainda mais na decoração e na apresentação dessas porções”, conta Carla Elage, chef do Brilat Gourmet.


E nada de usar apenas guardanapo na hora de servir, já que pequenas louças, dos mais variados tipos, dão todo charme ao alimento e, inclusive, à decoração da festa. Cumbuquinhas, espetinhos, tacinhas ou copinhos conseguem abrigar, como revela Carla, essas “pequenas mordidas” (do inglês, “small bites”). A chef ainda conta que alguns clientes pedem porções ainda menores, chamadas de “one bite” (uma mordida, em tradução livre do inglês).

E, nesse universo de miniaturas, os cozinheiros se realizam ao criar as mais variadas e charmosas formas de servir. Valem tortinhas, massas, sopas, cremes, saladas e risotos, entre outros, mas tudo em tamanho mini e com a mesma variedade e possibilidades que pratos grandes têm. O importante é não ter a necessidade de usar facas e, sim, apenas um garfinho.

Esse conceito de “finger food” acabou virando queridinho de muitos, principalmente dos casais mais jovens. “Eles gostam muito por ser um formato em que as pessoas permanecem menos tempo sentadas”, explica Marcus Paschoal, chef do Ferrara Gastronomia & Eventos. Alguns casais ainda dispensam o bufê e optam apenas por essas pequenas porções.

Mas, normalmente, elas são servidas no início da recepção. No entanto, a “finger food” também pode ficar disponível para os convidados enquanto eles estão na pista de dança. “Nesses casos, montamos o que chamamos de ilha ou estação, local que comporta opções de pequenas porções para ‘beliscar’ a noite toda, sem ter a intervenção de garçons entre os convidados”, finaliza Carla Elage.

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