Comportamento

"Fiz terapia sexual e aprovei", conta paciente

Colaboração para o UOL

“Passei por um período muito ruim após perder o emprego. Demorei para achar trabalho e, quando finalmente arranjei um, aceitei uma proposta bem abaixo do que achava que merecia. Isso se refletiu na minha vida sexual e na autoestima. Fiz terapia e, com a ajuda de medicamentos e muita conversa, consegui recuperar o desejo. Aprovei.”
A.M., 35 anos, administrador de empresas

“Namorei um sujeito que, de vez em quando, gostava de falar palavrões na cama. Aquilo me intimidava de tal jeito que não conseguia relaxar – e muito menos gozar. Fui buscar ajuda com a terapia e cheguei à conclusão de que minha educação rígida não me permitia encarar o sexo de maneira lúdica. Aprendi, ainda, que o fato de ele se referir a mim com determinadas palavras era apenas um aditivo ao sexo, e não uma opinião consumada. Quando me livrei de certos fantasmas, relaxei e até passei a agir de modo mais selvagem na cama. A relação acabou não dando certo por outros motivos, mas vivemos bons momentos juntos.”
D.P.S., 24 anos, publicitária
(Heloísa Noronha)
 

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