Vida no trabalho

Vale a pena fazer parte das 'panelinhas' no trabalho?

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Um grupo no trabalho pode ser bom ou ruim para a carreira, depende do objetivo de seus membros imagem: Getty Images

Patrícia Ribeiro

Do UOL, em São Paulo


Ter certos comportamentos para ser aceito em um grupo n $!$render-component.split('/')[$math.sub($render-component.split('/').size(), 1)]

Atitude certa

 
Os especialistas são unânimes ao afirmar que a pessoa não deve fingir ser algo que não é para ser aceita na "panelinha", como, por exemplo, fingir gostar de um programa de TV ou de algum esporte.  

"É um comportamento, no mínimo, de autoagressão. O ideal é ser verdadeiro consigo mesmo. O profissional não precisa deixar de participar dos eventos da empresa, mas deixar claro que alguns encontros não estão no rol daqueles que lhe proporcionam satisfação. Entretanto, estar na companhia do grupo de trabalho é importante", afirma Camilo. 
 
Às vezes, a dificuldade de ser aceito é por ser diferente da maioria do grupo quando, por exemplo, é o mais velho ou o único solteiro. Porém essas diferenças também podem contar a favor.

"São exatamente as distinções que tornam os grupos mais produtivos e integrados. Fazer aflorar o que há de melhor é ser visto como alguém que faz algo de valor. É o valor percebido pelos colegas que faz o novo membro ser aceito", explica Acioli. 
 
Em um ambiente corporativo, a "panelinha" pode andar de mãos dadas com a fofoca. Quanto mais distante o profissional ficar disso, melhor para sua carreira e os relacionamentos na empresa.

Acioli recomenda: "Em vez de querer fazer parte desta ou daquela 'panelinha', faça parte de todas. Pense nas alianças partidárias. Você não precisa compactuar de todos os pontos de vista, nem fazer tudo o que aquele grupo faz, mas nada o impede de ter vários pontos em comum com ele e estabelecer uma ótima e longa convivência".
 
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