Comportamento

Qual seu grau de Eva, de "A Vida da Gente"?

A controladora Eva (Ana Beatriz Nogueira) traçou o destino de sua filha Ana (Fernanda Vasconcellos) antes mesmo de ela ter chance de saber se gostaria de ser tenista ou não -a ponto de tentar obrigar a jovem a fazer um aborto, para não atrapalhar sua carreira esportiva. Exageros da ficção à parte, descubra o quanto de Eva habita em você

  1. 110

    Na escola, você não era popular. Seu filho, hoje, também não é. Como você encara a situação?

    João Cotta/Divulgação
  2. 310

    O que mais você teme em relação ao futuro dos seus filhos?

    João Cotta/Divulgação
  3. 1010

    O principal ensinamento que os pais devem dar é:

    João Cotta/Divulgação
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    Nada de Eva

    Você tem muito mais a ver com a personagem Iná (Nicette Bruno), a solidária e serena mãe de Eva, pois valoriza o diálogo, acima de tudo. Não quer assumir o papel de coleguinha do filho, mas também não se coloca como mestre da verdade. Sabe ouvir, dar conselhos e tem bom discernimento sobre os momentos que deve ou não interferir. Quer, acima de tudo, que ele seja feliz. Parabéns, tudo isso é muito bom, porém, atenção para não ser condescendente demais em situações que requerem pulso firme

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    Há uma Eva vivendo em você

    É possível que seus pais tenham sido muito críticos com você, que, inconscientemente, absorveu o mesmo hábito. Outra possibilidade, que acontece com Eva, é se importar demais com a opinião dos outros. Por acaso você quer ter uma família de comercial de margarina? Para se livrar da mania de ter controle sobre tudo, a fim de transmitir uma imagem bonitinha, que tal prestar mais atenção nos pensamentos e sentimentos de seu filho. Preocupe-se menos com o julgamento alheio.

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    Seria Eva inspirada em você?

    Assim como a vilã de "A Vida da Gente", você, provavelmente, tem algumas pendências em relação ao próprio passado. Por isso, evita a todo custo que seu filho sofra algum tipo de frustração ou seja contrariado. Esse modo meio torto de amar tem seu valor, mas é prejudicial. Avalie se você não está sufocando seu filho com tanto zelo. E lembre-se: nenhum pai ou mãe é capaz de evitar que seus rebentos se decepcionem, de vez em quando (e nem seria saudável). Em vez de colocar os filhos em uma redoma, ensine-os a lidar com os problemas.

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