Comportamento

Que tipo de comprador você é?

Você adora uma liquidação ou gosta de guardar um dinheirinho para esbanjar no fim do mês? O jeito como você lida com o dinheiro e a forma de gastá-lo pode ajudar ou atrapalhar as finanças. Faça o teste e descubra o que seu estilo de comprar diz sobre você.

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    Mão fechada incorrigível

    É claro que você desfruta da segurança de contar com uma boa reserva financeira e não costuma gastar à toa. Mas que tal aproveitar um pouco a vida? Investir em roupas e na aparência, por exemplo, nem sempre é futilidade. Pode ser um sinal de autoestima e de preocupação com a imagem - o que pode valer pontos até para quem quer subir na carreira. Pense nisso.

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    Sob controle

    Você tem um relacionamento extremamente saudável com o dinheiro. Sabe não só dar valor a ele, mas ao próprio trabalho, e por isso não perde a cabeça com extravagâncias e luxos que não têm a ver com seu padrão de vida. Não contrai dívidas desnecessárias e tem as finanças em dia para não ter problemas em alguma emergência. E, justamente por não sair da linha, permite um presentinho para você ou para alguém de vez em quando.

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    Refém das emoções

    Você, provavelmente, tem dificuldade em entrar em contato com as próprias emoções e em elaborar pensamentos e soluções na hora de enfrentar problemas. Acha que o mundo deveria lhe tratar melhor e, como isso (na sua cabeça) não acontece, trata de ir atrás de tudo aquilo que acredita merecer. O problema é que o excesso de compensações está a um passo de comprometer seriamente sua vida financeira. Invista no autoconhecimento e, na hora da angústia ou da irritação, busque refúgio na companhia de amigos ou em atividades prazerosas, em vez de se jogar nas compras.

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    Consumista incontrolável

    Você atingiu o estágio da compulsão e precisa de ajuda profissional para aprender a controlá-la. Provavelmente tem muitas dívidas e, em vez de procurar quitá-las, tenta abrandar a angústia com mais compras. A sensação de prazer em adquirir algo termina cada vez mais rápido e logo dá lugar à culpa. O melhor a fazer é conversar com um terapeuta e manter cartões de crédito e talões de cheque à distância por um bom tempo.

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