Relacionamento

Você tem o "dedo podre" para escolher parceiros?

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Você é daquelas pessoas que escolhe sempre o par errado? Faça teste realizado com a consultoria da psicóloga Natércia Tiba, da Associação Brasileira de Terapia Familiar.

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    Você está envolvido em um relacionamento e recebe a notícia de que o par tem outra pessoa. O que pensa?

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    Movido pela paixão

    Sim, você tende a escolher a dedo as pessoas que só fazem você sofrer. Na busca pelo grande amor da sua vida, se encanta facilmente por pessoas sedutoras que, muitas vezes, são também egocêntricas, narcisistas e totalmente desprovidas de empatia. Acima de tudo, você é uma pessoa romântica, que gosta de se apaixonar. Porém, não baseie suas escolhas apenas em sentimentos. Procure ativar o seu lado racional, buscando pessoas que contribuam para o seu bem-estar.

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    Baixa autoestima

    Você não tem muita iniciativa para escolher, mas geralmente se deixa envolver pela pessoa errada. Como não está satisfeito consigo mesmo, acaba escolhendo pares que são o oposto de você. No entanto, levar muito a sério o velho ditado de que os opostos se atraem pode ser uma armadilha. Para um relacionamento sadio, é preciso que também haja afinidades e, sobretudo, respeito pelo outro. Comece reconhecendo e respeitando o seu próprio valor. É provável que, se você conseguir se sentir merecedor de afeto, aprenda a fazer escolhas melhores.

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    Escolha consciente

    Você busca encontrar uma pessoa com a qual possa ter um relacionamento maduro e feliz. Exige respeito e não deixa que o namoro sufoque sua individualidade; mas sabe ser flexível e entender o ponto de vista do outro. Agindo assim, dificilmente você se sentirá traído ou manipulado. Se ainda não encontrou uma pessoa bacana, provavelmente é só uma questão de tempo até chegar lá.

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    Medo do amor

    Você não escolhe pessoas erradas, apenas é exigente demais! Inflexível em suas posições, tem dificuldades em lidar com as diferenças e busca a segurança de pessoas que são mais parecidas com você. Contudo, com medo de se entregar ao sentimento e sofrer depois, inconscientemente você sabota a própria relação, exigindo uma perfeição que não existe. É possível que, ao perder o medo de se envolver com o outro, você tenha mais condições de avaliar as diferenças com tolerância e flexibilidade.

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