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As aparências te enganam?

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Valorizar demais as aparências pode levar a julgamentos precipitados. Veja se você corre esse risco fazendo o teste elaborado com a consultoria da psicóloga Mônica Genofre, terapeuta de casal e família pela PUC (Pontifícia Universidade Católica) de São Paulo.

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    Você está fazendo a feira e uma pessoa elegante atrai os olhares. O que você pensa?

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    Não, você faz julgamentos justos

    Você gosta de se cuidar para se sentir bem, mas não se preocupa excessivamente com o exterior (nem em relação a você mesmo nem com as pessoas do seu convívio). Dotado de capacidade crítica, não se deixa levar pela primeira impressão. Em busca de relacionamentos mais verdadeiros, você analisa a boa conversa, os sentimentos, a afetividade, o conhecimento e a experiência que pode trocar com o outro. "Quem age assim faz uma análise mais justa e realista do outro, porque há muitas variáveis a analisar antes de decidir se vale a pena ter qualquer tipo de interação com outra pessoa", diz a psicóloga Mônica Genofre.

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    Sim, por ingenuidade

    Você até sabe que as aparências enganam, mas tem dificuldade em se livrar dessa armadilha. Por ingenuidade ou mesmo carência, tende a deixar o espírito crítico de lado e acaba fazendo julgamentos precipitados. Para mudar, basta usar mais o seu lado racional. Assim, você evita se machucar nos relacionamentos ou, por outro lado, perder oportunidades de convívio enriquecedor. "Toda vez que tiramos conclusões com poucos elementos, deixamos de conhecer pessoas que podem ser agradáveis. A aparência não deveria ser uma barreira para se estabelecer contatos e vínculos", diz a psicóloga Mônica Genofre.

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    Sim, por convicção

    Você não é enganado pelas aparências, mas, conscientemente, se deixa levar por elas. O aprendizado, ou a vivência em uma sociedade que valoriza excessivamente o exterior, talvez o esteja induzindo a colocar essa característica acima de outras que também são importantes, como inteligência, competência ou integridade. O risco é que o preconceito o impeça de ter uma visão clara das pessoas e das situações. Por isso, uma dica é repensar os seus valores. "A preocupação com a aparência é importante, sim. O problema é julgar só por isso, o que cria uma prisão que restringe sua vida, em vez de ampliar e possibilitar o crescimento pessoal", afirma a psicóloga Mônica Genofre.

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    Não, mas alimenta preconceitos

    Você é daquelas pessoas que diz não dar importância nenhuma à aparência. O que não percebe é que está caindo no extremo oposto, discriminando quem julga ser excessivamente preocupado com o visual e até enaltecendo quem se apresenta fora dos padrões. Contudo, ter cuidado com a própria aparência ou valorizar a aparência de outras pessoas não é, em si, uma atitude negativa. Além disso, é preciso ter em mente que qualquer tipo de preconceito é limitador, conforme alerta a psicóloga Mônica Genofre: "Quem tem uma atitude excessivamente defensiva também perde oportunidades de crescimento pessoal, pois restringe suas possibilidades de convívio".

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