Relacionamento

Você é exigente demais no amor?

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Quando as expectativas são altas demais, o relacionamento pode desmoronar. Saiba se você corre esse risco, fazendo o teste realizado com a consultoria de Thiago de Almeida, psicólogo pela Universidade Federal de São Carlos e autor do livro 'A Arte da Paquera: Inspirações à Realização Afetiva' (Letras do Brasil).

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    Em uma viagem, nota que a pessoa é completamente desleixada. O que pensa?

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    Sim, só se contenta com tudo

    Você é superexigente e nem sempre se dá conta disso. Só que as suas expectativas elevadas podem levar seus relacionamentos ao fracasso, conforme alerta o psicólogo Thiago de Almeida: "Todos querem amar e ser amados. Mas quando se exige demais do parceiro, a relação fica chata e desgastante para ambas as partes". Para escapar dessa armadilha, tente conter e refrear suas exigências. "O relacionamento precisa ser baseado em amor, respeito e companheirismo. Se isso não acontece, é necessário repensar a relação".

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    Sim, por puro medo

    Seu grau de exigência está tão alto que já começa a extrapolar o limite da realidade. Em outras palavras: a pessoa que você procura simplesmente não existe. Segundo o psicólogo Thiago de Almeida, muita gente que exagera na cobrança sofre de insegurança: "Esse tipo de pessoa sempre vai notar algum defeito no parceiro, seja físico, moral ou emocional. Mas, na maioria das vezes, todas essas percepções são motivadas pelo medo das mudanças que o relacionamento pode trazer". A orientação é, portanto, cuidar da autoestima e reforçar a autoconfiança. E, nesses casos, o acompanhamento psicológico pode ajudar.

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    Não, é apenas criterioso

    Você não é exigente, apenas faz suas escolhas com cuidado. Por isso mesmo, está no caminho certo para construir uma relação duradoura e saudável. "Se existe amor, respeito e companheirismo, não há porque ser exigente demais com o outro", diz o psicólogo Thiago de Almeida. Afinal, numa relação equilibrada, os desejos e opiniões de ambos têm o mesmo valor, um não prevalece sobre o outro. "Esse equilíbrio só pode ser conquistado com a convivência e com muito diálogo", afirma o psicólogo.

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    Não, até se contenta com pouco

    Você tem tendência a se conformar com todo tipo de relacionamento e situação. Mas essa enorme flexibilidade tem um preço, e é você quem paga, relacionando-se, muitas vezes, com pessoas que não o valorizam. O problema não está no outro e, sim, na sua própria autoestima. "Normalmente, pessoas carentes e inseguras exigem muito pouco de seus parceiros porque, na realidade, elas acham que não merecem ser amadas", afirma o psicólogo Thiago de Almeida. E reconhecer o seu valor é o primeiro passo para fugir dessa armadilha.

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