Comportamento

Você tem maturidade sexual?

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Você é uma pessoa madura sexualmente? Faça o teste elaborado com consultoria da psicóloga Maria Cristina Galati, do Centro de Estudos da Sexualidade Humana - Instituto Kaplan.

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    Que emoção melhor simboliza suas últimas relações sexuais?

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    Ainda não, é ousado demais

    Ser liberal não significa, necessariamente, ter maturidade sexual. E você pode até intimidar o parceiro com sua ousadia. Controle os impulsos e busque maior equilíbrio entre emoção e razão, dando mais atenção aos desejos do parceiro, em vez de impor apenas suas vontades. "Saiba que a melhor forma de conseguir o que se quer em um encontro sexual é por meio da sedução. Não existem limites, mas deve prevalecer o respeito", diz a psicóloga Maria Cristina Galati.

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    Sim, bem resolvido

    Quem opta pela qualidade já revela amadurecimento. Você é uma pessoa bem resolvida que sabe fazer escolhas e se responsabiliza por elas, buscando satisfação e lidando bem com as frustrações (naturais em qualquer relacionamento) sem se deixar abater. "Cultivar uma relação positiva significa unir envolvimento, entrega e prazer", comenta a psicóloga Maria Cristina Galati. E você faz isso: consegue falar de seus desejos, mas sabe ouvir o parceiro, para, juntos, realizarem suas fantasias.

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    Ainda precisa superar alguns tabus

    Você lida bem com a sexualidade, mas ainda trava em algumas circunstâncias, por ter receio de expressar suas vontades. Além disso, confunde orgasmo e prazer. Pois saiba que uma relação que não chega ao ápice também pode ser prazerosa. Afinal, o orgasmo é apenas uma das formas de prazer em um encontro sexual. "É importante investir no autoconhecimento e dispor-se a experimentar diferentes situações, respeitando os próprios limites, para buscar a satisfação sexual", diz a psicóloga Maria Cristina Galati.

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    Precisa vencer sua insegurança

    A maturidade sexual está em saber o que lhe dá prazer e sentir-se à vontade para buscá-lo. Mas, primeiro, você precisa aprender a identificar e respeitar suas preferências, e não apenas ceder às vontades do outro. "Quem não entra em contato com as próprias emoções carrega dentro de si um mundo desconhecido, o que gera insegurança", afirma a psicóloga Maria Cristina Galati. Descubra-se e permita-se experimentar novidades de vez em quando. Se não gostar, tudo bem.

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