Comportamento

Você cobra demais do seu parceiro?

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Esperar que o par corresponda sempre aos seus desejos pode prejudicar a relação. Você comete esse erro? Faça o teste realizado com a consultoria de Marcelo Quirino, psicólogo pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

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    Sim, sem rodeios

    Você deposita muita expectativa no par. Exige total comprometimento, provas de amor e fidelidade. Por outro lado, deixa bem claro o que gosta e o que não gosta, permitindo que o par se posicione. "Não dá para dizer se há um nível saudável de cobrança ou não. O importante é que o acordo feito entre o casal funcione, que ambos conheçam as regras e estejam satisfeitos com elas", explica o psicólogo Marcelo Quirino.

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    Sim, de forma indireta

    Você espera que o par aja sempre de acordo com as suas vontades. No entanto, peca no momento de comunicar os seus desejos, se frustra e chega a pensar em maneiras de revidar quando se ofende. Só não considera a possibilidade de aparar as arestas, em uma conversa franca. "É fundamental que o casal tenha um contrato claro, que um saiba o que o outro espera dele. Se isso não for combinado previamente, o estresse e os conflitos poderão se tornar constantes", afirma o psicólogo Marcelo Quirino.

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    Não cobra, mas gostaria

    Você sofre todas as vezes que o par não corresponde às suas expectativas, se sente desrespeitado e desvalorizado. Essa concepção pode ser fruto do seu sentimento de posse, da autoestima baixa ou da falta de confiança no outro. "A melhor maneira de resolver conflitos é o diálogo. A conversa franca ajuda a desfazer percepções erradas sobre o outro, sobre situações vividas e até sobre terceiros que, de alguma forma, influenciem o relacionamento", diz o psicólogo Marcelo Quirino.

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    Não cobra, mas também não sofre

    Você sabe que o par perfeito não existe e acredita que, mesmo em um relacionamento sério, cada um deve preservar a sua individualidade, o que é ótimo! Sua postura indica maturidade, mas, em alguns casos, também pode haver uma dificuldade de criar vínculos. "Pessoas que passaram por relacionamentos traumáticos podem optar por manter um certo distanciamento do par, na tentativa de se proteger. Mas isso pode impedi-las de viver o amor em plenitude", afirma o psicólogo Marcelo Quirino. Mas se não é esse o seu caso, não se preocupe. Respeitar o outro é fundamental em qualquer relação.

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