Comportamento

Vocês formam um casal grudento?

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Avalie se os momentos a dois estão prejudicando a sua individualidade. O teste foi elaborado com a consultoria da psicóloga Graziela Baron Vanni, coautora do livro "Amor Ciúme e Infidelidade" (editora Letras do Brasil)

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    Sim e isso lhe incomoda

    Você aprecia sua privacidade e adora desfrutar momentos a sós. Porém, desde que começou a se relacionar, teve de abrir mão disso. Para contornar a situação, o primeiro passo é dizer ao par como se sente, mas com tato. "Coisas complicadas precisam ser ditas em momentos leves e de descontração", afirma a psicóloga Graziela Baron Vanni. "Nunca fale sobre isso quando estiverem tensos. A tensão rouba as palavras, o equilíbrio e, muitas vezes, a educação"

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    Não, são um casal equilibrado

    Desde que encontrou seu parceiro, você se sente mais feliz e completo, pois tem alguém com quem dividir planos. Mas nem por isso deixou de lado sua vida e seus objetivos individuais. Segundo a psicóloga Graziela Baron Vanni, essa é uma ótima forma de manter o bem-estar pessoal e garantir o futuro da relação. "A pessoa não deixa de ser ela no momento em que encontra um parceiro, apenas agrega funções, sonhos e objetivos', afirma a especialista.

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    Nem um pouco, são até distantes

    Você não abre mão dos seus sonhos e de realizar as suas vontades por causa de ninguém. Por isso, não é raro deixar o par em segundo plano. Não há nenhum problema em agir assim, desde que o parceiro não cobre mais atenção da sua parte. Aliás, olhar as necessidades dele é um bom começo. "É interessante ter um tempo exclusivo para estar com quem se relaciona amorosamente, tirando proveito dos códigos que só os dois têm", afirma a psicóloga Graziela Baron Vanni

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    Sim e você adora

    Você e o par estão sempre grudados e fazem tudo o que podem juntos. E acham isso uma delícia. Segundo a psicóloga Graziela Baron Vanni, só é preciso cuidado para manter o respeito mútuo, mesmo com a convivência frequente. "Quando o casal está em sintonia é porque ultrapassou uma barreira, um já não precisa impor seu 'eu' ao do outro", diz. Nesse caso, o indivíduo aceita o par como é. "Ele parte do pressuposto de que a própria felicidade está em fazer o amado feliz"

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