Comportamento

Você está em um relacionamento abusivo?

Getty Images
imagem: Getty Images

Reflita sobre a saúde de seu relacionamento, fazendo este teste elaborado com a ajuda da psicóloga Tânia Mendonça Marques, professora aposentada da Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais

  • Getty Images

    Sim, aprisionado na relação

    Suas respostas indicam que talvez você seja vítima de um relacionamento abusivo, mas não consegue se desvencilhar dele. Não se culpe. Segundo a psicóloga Tânia Mendonça Marques, abandonar uma relação desse tipo é, de fato, muito difícil. "Pessoas vítimas de abuso geralmente entram em uma depressão que provoca perda de iniciativa e resignação", diz a especialista. Apoio psicológico pode ajudá-lo a sair dessa situação

  • Getty Images

    Sim, mas ainda não sabe

    Você é daquelas pessoas que confundem ciúme com amor e controle com atenção? Cuidado. "O abuso instala-se de maneira tão traiçoeira que é difícil percebê-lo e se defender", afirma a psicóloga Tânia Mendonça Marques. E suas respostas sugerem que isso pode estar acontecendo com você. Se for o caso, uma ajuda psicológica pode ser necessária. "O abuso nunca desaparece de forma espontânea e aumenta progressivamente", diz a psicóloga

  • Getty Images

    Sim, você abusa do par

    Suas respostas sugerem que você trata o par com ciúme excessivo, controle e até humilhações. Pessoas que adotam um comportamento abusivo, muitas vezes, vivenciaram abuso no passado. Será que esse seria o seu caso? Vale procurar um psicólogo ou psiquiatra. "Não adianta dizer que vai mudar. O sabotador interno conduz à repetição de velhos padrões. Um fator importante é a motivação para efetuar uma mudança e a busca de ajuda profissional", diz a psicóloga Tânia Mendonça Marques

  • Getty Images

    Não, parceria saudável

    Suas respostas sugerem que em seu relacionamento há o diálogo, a compreensão e a liberdade necessários para a vida a dois. "Ninguém dá amor. A gente pode dar coisas como carinho, atenção e respeito. O amor é verbo condicionado a essas três coisas", diz a psicóloga Tânia Mendonça Marques

Topo