Comportamento

Você é chato sem perceber?

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Descubra se é essa a imagem que os outros fazem de você a partir do teste elaborado com a colaboração do psicólogo Yuri Busin, mestre e doutor em psicologia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie

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    É chato e percebe

    Suas respostas indicam que você faz o papel de chato em muitas situações. Provavelmente, sabe disso e só persiste porque acha engraçado incomodar e provocar os outros. "Por trás desse comportamento, pode estar uma tentativa de chamar a atenção", afirma o psicólogo Yuri Busin. O especialista lembra que nem todas as pessoas aceitam bem as brincadeiras. Então, para não prejudicar a convivência, o ideal é estar atento às reações dos demais

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    É chato, por exigir demais dos outros

    Aparentemente, você age de maneira autêntica e defende suas verdades com veemência. Porém, sem perceber, pode expressar suas opiniões em momentos inadequados, constrangendo os demais. "Os tipos mais comuns de chatos são aqueles que falam excessivamente, sem respeitar o espaço dos outros", afirma Yuri Busin. O psicólogo diz ainda que a imagem de chato pode ser extremamente prejudicial a quem ganha esse rótulo, fazendo com que colegas, amigos e familiares se afastem

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    É chato querendo ser legal

    Você se esforça para apoiar e auxiliar as pessoas com quem convive. Porém, em muitas situações, pode invadir o espaço dos outros sem perceber. "O problema não é colocar a sua opinião, mas fazer isso de forma inadequada, antes mesmo que ela seja pedida", diz o psicólogo Yuri Busin. O principal prejuízo de ser chato é ser excluído dos grupos e das relações sociais. "O risco de persistir nesse comportamento é se tornar uma pessoa sozinha, que é justamente o oposto do desejado", afirma

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    Não é chato

    Suas respostas indicam que você tem bom senso, respeita o espaço e a individualidade dos demais. A principal diferença entre uma pessoa chata e outra que sabe se comportar de maneira adequada é o filtro social. "Algumas não têm e falam tudo o que vem a mente, em qualquer ocasião. Mas ter muito, e não se posicionar nunca durante o convívio com outras pessoas, também pode ser prejudicial", diz o psicólogo Yuri Busin

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