Comportamento

Você é folgado?

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Descubra se merece esse rótulo a partir do teste elaborado com a colaboração da psicóloga Letícia Guedes, da Associação Brasileira de Psicoterapia e Medicina Comportamental

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    Sim, tira proveito de tudo e de todos

    Suas respostas indicam que você é folgado não apenas por preguiça, mas porque não admite se submeter a determinadas condições e situações. Quer ser o mais esperto sempre, sem empreender esforço algum. "Pessoas assim tendem a achar que suas opiniões valem mais, são extremamente confiantes e, no fundo, consideram-se superiores aos outros. Tirar proveito é uma recompensa para o ego", afirma a psicóloga Letícia Guedes. Porém, ao agir assim, é fácil despertar a antipatia dos demais

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    Sim, não quer responsabilidade

    Ao que parece, sua folga é 100% motivada pela preguiça, você é tranquilo até demais. Porém, por trás do seu comportamento, também há uma atitude mesquinha e egoísta, que pode incomodar bastante as pessoas que convivem com você. "Quem tem essas características está sempre dependendo dos outros para ter o que deseja. E isso é, obviamente, limitante", diz a psicóloga Letícia Guedes. Lutar contra essa tendência, por outro lado, pode ser um caminho para se tornar mais confiante e capaz

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    Não, tem bom senso

    Você lida bem com as suas responsabilidades, mas também não exime os outros de desempenharem as tarefas que lhes cabem. "Quem tem esse perfil é geralmente bastante eficiente, inclusive para o trabalho em grupo. O que é um diferencial importante, em todas as áreas", diz a psicóloga Letícia Guedes. Seu nível de consciência permite até que converse com os folgados que cruzarem seu caminho. "Os individualistas não conseguem enxergar seus pontos negativos, é preciso que alguém cuidadoso os alerte", afirma a especialista

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    Não, é responsável até demais

    Aparentemente, você faz o máximo para não depender dos outros e, mesmo quando lhe oferecem colaboração, prefere contar consigo mesmo. Em algumas ocasiões, seu comportamento pode ser considerado exemplar. Mas, em outras, também pode ser interpretado como individualista. "A pior armadilha é confrontar os outros e cobrar o mesmo comportamento deles, pois cada um tem um jeito e as diferenças devem ser respeitadas", diz a psicóloga Letícia Guedes. Outro risco é punir-se e sofrer sem a menor necessidade

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