Comportamento

Qual é a sua relação com as selfies?

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Descubra a partir do teste elaborado com a colaboração da psicóloga Cátia Rodrigues, especialista em saúde mental pela Universidad de León, na Espanha

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    Feliz

    Você gosta de fazer e compartilhar selfies de momentos bons, que merecem ser relembrados depois. Assim, melhora o próprio astral e ainda inspira e motiva seus seguidores. O risco é viver de ilusão e ficar retraído ao falar de perdas e tristezas, por exemplo. Elas não precisam ser compartilhadas em selfies, mas é fundamental considerá-las. "É importante que a vida seja compreendida em sua totalidade, incluindo momentos positivos e negativos" diz a psicóloga Cátia Rodrigues

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    Habitual

    Ao que parece, você faz selfies sem ter um motivo especial, apenas porque se sente na obrigação de estar sempre ativo nas redes sociais das quais participa. Na realidade, não se preocupa com a imagem que está passando de si mesmo, mas com as conexões que estabelece. "O lado positivo é que, ao considerar e postar também as selfies que mostram o lado mais sombrio da vida, você dá a si mesmo e aos seus seguidores a oportunidade de refletir e aprender sobre eles", afirma a psicóloga Cátia Rodrigues

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    Apelativa

    Suas repostas indicam que você faz e posta selfies para comover os demais e que não poupa esforços para obter esse objetivo, chegando a exagerar na dose. "Quem expressa apenas tristeza, raiva e temor em forma de selfies pede apoio de forma dramática. E realmente precisa dele, provavelmente porque está carente e com dificuldade de estabelecer contatos presenciais", afirma a psicóloga Cátia Rodrigues. Tratar esses momentos com humor pode ser uma saída para elaborar, de um jeito mais leve, os desafios do cotidiano

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    Perigosa

    Você faz selfies para se convencer do quanto é especial e compartilha aquelas que vão ajudá-lo a criar a imagem de aventureiro, corajoso e ousado diante dos demais. Mas é preciso cuidado para não se arriscar demais. "Nos últimos anos, os acidentes fatais por causa de selfies têm crescido muito. Isso indica um desequilíbrio coletivo, uma necessidade de reconhecimento externo por falta de sentido existencial", afirma a psicóloga Cátia Rodrigues. Nesses casos, é essencial fortalecer a autoestima e a resiliência

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