Comportamento

Você é espiritualizado?

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Reflita sobre o assunto a partir do teste elaborado com a consultoria da psicóloga Miriam Pontes de Farias, professora convidada do curso de medicina complementar e integrativa da UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro)

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    Como seus amigos e familiares veem você?

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    É religioso

    Você tem como valor importante na sua vida um conjunto de princípios religiosos. Ao trazer as bases éticas e filosóficas da sua crença para o dia a dia, conseguirá atingir um equilíbrio emocional. "Ao ter ações práticas de acordo com seus valores internos, a pessoa religiosa consegue se posicionar de forma mais positiva perante a vida", afirma a psicóloga Miriam Pontes de Farias

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    É espiritualizado

    Suas atitudes demonstram que você é uma pessoa espiritualizada, que busca encontrar sentido e atribuir um aspecto de positividade a todas as suas experiências de vida. Por isso, mesmo diante de adversidades, tenta encontrar um estado de harmonia interior. "Pessoas com essas características geralmente conseguem superar os obstáculos do dia a dia de uma forma mais saudável e equilibrada. Investem no autoconhecimento e estão intimamente ligadas aos seus valores", diz a psicóloga Miriam Pontes de Farias

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    É materialista

    Suas respostas indicam que você é muito pouco espiritualizado, mas tem outros princípios que o ajudam a administrar sua vida. Em geral, lida com suas emoções de forma sensata e calculada, o que o permite alcançar o que deseja. "Pessoas com essas características são extremamente objetivas, diretas e centradas em seus objetivos. Conseguem gerir sua vida com sucesso e podem ser felizes sem cultivar religiões, crenças ou mesmo valores espirituais", afirma a psicóloga Miriam Pontes de Farias

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    É supersticioso

    Enquanto a pessoa espiritualizada está ligada à sua essência íntima, a supersticiosa está focada em fatores externos e que, em sua visão, interferem na conquista da felicidade. "A superstição é uma construção cultural. Mas pode ser uma crença limitante, dependendo do grau de influência que tem sobre a tomada de decisões", afirma a psicóloga Miriam Pontes de Farias. Deixar de marcar uma reunião só porque é sexta-feira 13 é um exemplo de atitude em que a crença restringe e pode até prejudicar o desempenho profissional

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