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Será que o "crush" é bom de cama?

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O comportamento durante a paquera pode ajudar a revelar se vocês têm o entrosamento que vai facilitar tudo na cama. Descubra com o teste elaborado com a colaboração de Aparecida Favoreto, psicóloga especialista em sexualidade e educação sexual

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    Assim que o conheceu, o que mais chamou a sua atenção?

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    Tudo indica que sim

    Suas respostas mostram que você e o "crush" estão em sintonia e se sentem atraídos um pelo outro. Seja na hora do abraço, do beijo, quando se tocam ou se olham nos olhos, há de fato uma "química" entre os dois. Com isso, a probabilidade de que tenham ótimos momentos juntos é grande. "Um abraço mais forte e um beijo mais quente, dados com calma, podem ser um sinal de boa performance na cama", afirma a psicóloga Aparecida Favoreto

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    Provavelmente não

    Tudo indica que não há entrosamento algum entre vocês dois. O "crush" é distante, não faz questão de abraçar forte ou de tocar você. Pode ser por culpa da timidez. "Toda pessoa tímida, tensa, ansiosa ou apressada provavelmente vai repetir esse comportamento na cama", diz a psicóloga Aparecida Favoreto. De qualquer forma, quanto mais intimidade você tiver com ele, mais chances de se sentirem à vontade e se entrosarem

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    Apenas amigos

    Suas respostas indicam que você e o "crush" estão mais para amigos do que para amantes. Até aqui, estabeleceram uma relação de cumplicidade que não necessariamente favorece o entrosamento na cama. Na convivência, talvez a história mude. "Mesmo se o sexo não for tão bom em um primeiro momento, é possível aprimorar", afirma a psicóloga Aparecida Favoreto

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    Ainda é um enigma

    Você ainda não tem elementos suficientes para imaginar como será o comportamento do "crush" na cama, mas tudo indica que ele é uma pessoa interessante e que vale a pena continuar investindo para saber. Com um pouco mais de intimidade, pode ser que vocês se encaixem. "Em alguns casos, não vale ficar na primeira impressão, principalmente quando o outro não se abre. Vale dar uma segunda e até terceira chance, para ver no que dá", diz a psicóloga Aparecida Favoreto

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