Comportamento

Você é maldoso sem perceber?

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Às vezes, é normal se descontrolar e agir motivado pela raiva ou pela irritação. Mas quando a maldade está no cotidiano, é preciso acender o sinal de alerta interno. Descubra se é o seu caso, a partir do teste realizado com a colaboração do psicólogo Yuri Busin

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    Você recebe um presente --fora de uma data especial de alguém-- que não é próximo. O que pensa?

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    Sim, às vezes perde a cabeça

    Você tem coragem de provocar o mal para atingir as pessoas que estão ao seu redor, no entanto, nem sempre faz isso de forma pensada. Às vezes, peca por não medir as consequências de seus atos, por estar cego de raiva ou irritação. Além disso, ao que parece, não pratica maldades no cotidiano, como uma forma de se divertir. "Quando a maldade é ocasional, ela pode estar ligada a uma falta de controle emocional, que deve ser observada", diz o psicólogo Yuri Busin

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    É maldoso e sabe

    "Uma pessoa maldosa é aquela que sempre tem como principal objetivo causar algum prejuízo a alguém e o faz de maneira intencional e frequente", diz o psicólogo Yuri Busin. E esse parece ser o seu caso. Você não tenta disfarçar o que pensa e sente e não se preocupa com as reações dos demais. Ao contrário, até se satisfaz quando consegue depreciar alguém. Com esse comportamento, pode ter dificuldades de relacionamento. Vale refletir se deseja manter essa postura ou não

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    Não é maldoso

    Aparentemente, você não é maldoso. Sabe o momento de recuar ou de se colocar, quando é necessário defender seus pontos de vista, por exemplo. Com esse comportamento equilibrado, tende a construir relacionamentos saudáveis. "Você não age por impulso, sem pensar. Sabe que, por vezes, as outras pessoas podem ser maldosas com você, mas também não descarta a hipótese de que tudo não passe de um mal-entendido. Por isso, prefere averiguar", diz o psicólogo Yuri Busin

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    Não tem maldade

    Suas respostas indicam que você é incapaz de fazer mal a quem quer que seja, pois acaba colocando-se no lugar do outro. Você procura poupar as pessoas o máximo possível, minimizando as chances de conflito. O único cuidado que deve ter é para não subestimar a maldade alheia, achando que todos pensam e agem como você. "Não perceber a maldade das outras pessoas pode ser prejudicial. Às vezes, é preciso saber se esquivar ou se defender", diz o psicólogo Yuri Busin

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