Comportamento

Como você reage ao levar um fora?

Getty Images
imagem: Getty Images

Ser rejeitado não é fácil para ninguém, mas as reações são muito pessoais. Descubra a sua com o teste elaborado com a colaboração da psicóloga Layza Gentil, formada pela PUC (Pontifícia Universidade Católica) do Rio de Janeiro

  • Getty Images

    Indiferente

    Suas respostas indicam que você age como se não estivesse abalado com o fora, mesmo tendo sido pego de surpresa com a notícia. "Isso pode indicar dificuldade de aceitar o 'não'", afirma a psicóloga Layza Gentil. Às vezes, por se recusar a sentir a dor, você não a elabora corretamente. E isso pode causar traumas que terão de ser resolvidos no futuro e que podem atrapalhar os seus relacionamentos posteriores

  • Getty Images

    Insistente

    Ao que parece, você tem dificuldade de aceitar que a outra pessoa não quer mais estar com você, o que indica um problema de autoestima. "Quem tem sentimentos de inferioridade tende a persistir em algo que visivelmente não tem chance de dar certo", diz a psicóloga Layza Gentil. Esse comportamento passa a ser preocupante quando você paralisa a vida por conta do término da relação

  • Getty Images

    Agressivo

    Pelas suas respostas, é possível perceber que você reage com agressividade às críticas que recebe: é capaz de xingar, ofender e até tomar alguma atitude drástica para se vingar ou chocar o "ex". "Levar um fora é receber uma resposta negativa. E muitas pessoas têm extrema dificuldade de lidar com isso", afirma a psicóloga Layza Gentil. Vale refletir: o comportamento pode demonstrar imaturidade e até magoar quem foi importante para você

  • Getty Images

    Equilibrado

    Suas respostas indicam que você lida de maneira madura com a rejeição, o que não quer dizer que não sofra. Ao que parece, você respeita a dor que sente e aproveita o fora para refletir sobre seu comportamento e a forma de se relacionar com o outro. "O mais importante é saber que levar um fora é algo normal. E, por mais que doa no momento, a vida não deve parar por conta disso", diz a psicóloga Layza Gentil

Topo