Gravidez e filhos

Papinha antigay: ONG lança linha fictícia para provocar reflexão nos pais

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Embalagens das papinhas fictícias: "uva antigay - deixe o menino virar homem" e de "cenoura meninos não choram - emoções são para maricas" imagem: Divulgação

Do UOL, em São Paulo

Uma papinha de uva "antigay" para garantir que seu filho vire "homem de verdade" ou um purê de maçã "aja como uma dama" para que sua filha seja sempre educada e passiva? As papinhas da linha “Gender Baby Food” não passam de uma sátira de invenção de Jiayi Wang e Jennifer Garcia para a ONG Anxiety and Depression Association of America.

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Embalagens das papinhas fictícias: "maçã aja como uma dama - educada e passiva" e de "espinafre submissa - deixe os meninos falarem primeiro" imagem: Divulgação

O objetivo da “linha” é justamente chamar a atenção para os estereótipos de gênero ensinados às crianças e suas perigosas consequências para o desenvolvimento infantil.

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Embalagens das papinhas fictícias: "ervilha pervertida - está na natureza dos meninos" e de "ruibarbo bruto e bravo - meninos de verdade batem de volta" imagem: Divulgação

O site oficial do projeto pede aos pais que sejam um modelo para os filhos e parem de tomar atitudes que reforçam esses estereótipos, como rotular as brincadeiras em de “menino” e de “menina”. A ONG aceita doações para tratar e curar crianças que sofrem com transtornos de ansiedade e depressão causados pelas diferenças de gênero.

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Embalagens das papinhas fictícias: "abóbora muito sensual para ser inteligente - servindo café ao chefe" e de "tomate faça dieta até morrer - seja magra até conquistá-lo" imagem: Divulgação

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