Gravidez e filhos

Você é um pai liberal?

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Ser permissivo demais ou apostar em restrições excessivas pode comprometer a educação de crianças e adolescentes. Descubra se você é um pai responsável, que consegue equilibrar afeto e segurança, estabelecendo bem deveres e direitos.

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    Você decide sair, mas seu filho pequeno diz que não quer ir. Porém, você não tem com quem deixá-lo. O que faz?

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    Sim, liberal até demais

    Você dá tanta liberdade ao seu filho que chega a ser permissivo, o que não é saudável para o desenvolvimento dele. 'Os pais precisam ter firmeza para transmitir segurança aos seus filhos e, a partir dos seis anos, é essencial dizer 'não' e explicar o porquê, mostrando que é mais experiente e que pode orientar a criança da forma correta', diz a psicopedagoga Silvia Amaral de Mello Pinto, da Associação Brasileira de Psicopedagogia. Segundo a especialista, quem faz concessões demais contribui para a formação de um jovem ansioso e inseguro.

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    É liberal, mas sabe impor limites

    O pai liberal não é aquele que deixa o seu filho fazer o que bem entende. Ele dá um certo nível de autonomia à criança ou adolescente, dialoga, mas também determina parâmetros consistentes para as suas decisões e impõe regras no dia a dia. 'Trata-se de um exercício constante, que também implica em demonstrar ao seu filho que você está apostando e confiando nele', explica a psicanalista Denise Salomão Goldfajn, doutora em Psicologia Clínica pela Massachusetts School of Professional Psychology.

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    Nada liberal

    Assim como permitir demais é nocivo ao desenvolvimento da criança e do adolescente, proibir tudo é igualmente prejudicial. 'O excesso de autoridade é um ato de violência contra a criança e o adolescente que, sendo imaturos, não possuem meios de se proteger e de se responsabilizarem por muitos de seus atos e decisões', afirma a pedagoga Irene Maluf, especialista em Psicopedagogia pela PUC (Pontifícia Universidade Católica) de São Paulo. Para ela, a maior prova de amor é dar limites com oportunidades de aprendizado. ?É essencial dialogar e demonstrar afeto?, declara.

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