Gravidez e filhos

Seu filho adolescente é consumista?

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Ele compra coisas porque quer e precisa ou pela necessidade de se afirmar perante o grupo? Descubra qual é o perfil de consumidor do seu filho por meio do teste elaborado com a colaboração de Aurélio Melo, professor do curso de Psicologia da Universidade Presbiteriana Mackenzie, e veja se você deve dar mais atenção ao assunto no ambiente familiar

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    Se você propõe um programa diferente, como passear no parque ou fazer um piquenique, como seu filho reage?

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    Não, é um consumidor consciente

    Suas respostas indicam que seu filho, apesar de estar em processo de formação de personalidade, não é uma presa fácil das propagandas destinadas ao público adolescente. Ele sabe refletir com critério sobre a lógica do "ter para ser". "Alguns adolescentes são mais resistentes ao consumo, são bastante racionais no momento de comprar. Avaliam preço, pesquisam. Esses estão mais longe de serem consumidores compulsivos", diz o psicólogo Aurélio Melo. E parece ser o caso do seu filho, que valoriza também o que não tem preço, como o bom relacionamento com a família

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    Não, mas está no caminho

    Suas respostas indicam que seu filho não é um comprador compulsivo, mas está bastante vulnerável aos apelos de consumo. Talvez esteja sendo influenciado pelo grupo de amigos do qual faz parte. "Muitos jovens compram e querem coisas porque têm necessidade de pertencer a uma determinada turma ou para buscar afirmação. Aos pais, cabe educar, não apenas privar do consumo", diz o psicólogo Aurélio Melo. É um bom momento para conversar mais com o seu filho sobre finanças e sobre tudo o que o dinheiro não pode comprar, evitando que o problema se agrave

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    Sim, ele precisa de atenção

    Ao que parece, seu filho está consumindo de maneira compulsiva e, mais do que isso, não está sabendo usufruir do que compra, pois está sempre pensando na próxima aquisição que fará. Isso pode, evidentemente, conduzir a problemas financeiros, no presente e no futuro. "Em geral, esse comportamento está bastante associado aos valores cultivados pela própria família. Pode ser que o jovem esteja reproduzindo padrões aprendidos inconscientemente", diz o psicólogo Aurélio Melo. De qualquer forma, é preciso sentar e conversar a respeito. E, se necessário, buscar ajuda especializada

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