Horóscopo

Céu de novembro de 2013: eclipse em Escorpião inaugura mês com intensidade

Barbara Abramo

Do UOL, em São Paulo

O fato importante do mês começa logo no dia 3, com um eclipse solar no signo transformador e batalhador de Escorpião, que representa o poder federal no Brasil, a presidência da República e seu círculo de poder imediato. Sol e Lua estarão ladeados por Mercúrio e Saturno, enfatizando ainda mais o significado do eclipse no Brasil. Além disso, o cético e conservador Saturno estará cobrando compromisso e responsabilidade com o dinheiro público e Mercúrio retrógrado indica pronunciamentos e medidas que podem afetar os bancos e comércio. 

Se desde o começo do ano astral os astrólogos comentavam o profundo e abrangente significado do trânsito de Saturno em Escorpião (que vigora por mais dois anos e meio), é mais do que hora de ressaltar a importância do governo federal nas decisões em curso. Saturno em Escorpião, além de representar o aparato de controle social, impõe cobranças, regras e medidas de contenção. O eclipse sinaliza a precipitação de uma crise e a chance de limpar uma área que não vai bem. Porém, a guinada vem com um sabor repressivo amargo. Saturno corta, ceifando e restringindo.
 
Com este cenário astral intenso e tenso do início do mês, é esperado confrontos sérios no âmbito político e a perda ou enfraquecimento de uma figura pública do mundo do poder, de destaque também. Os temas não podem ser mais “escorpiônicos”: os black blocs como tática de ação política, segurança e polícia, controle da informação com o movimento pelo Marco Civil da Internet, espionagem internacional, etc. E Mercúrio garante: estradas bloqueadas por grupos contra o "establishment".
 
Júpiter e Vênus
A partir da segunda semana, dois outros fatos astrais de importância: Júpiter começa seu movimento retrógrado e Vênus entra em Capricórnio. Júpiter retrairá o movimento de expansão de cidades no interior, a economia de turismo interno e os investimentos nos recursos hídricos. Vênus em Capricórnio tem sintonia com Saturno em Escorpião, ambos puxam o breque do consumo, apelando para valores conservadores e de contenção financeira. Esses astros permanecem assim por quatro meses; é possível que tenhamos um final de ano com poucos gastos e um consumo menor do que nos anos anteriores.
 
Para os investidores e para quem tem um dinheirinho sobrando, novembro é um mês bom para os investimentos sólidos, de longo prazo e de perfil conservador. A primeira quinzena é de limitações, a segunda se afigura mais branda. Com a Lua crescente, começa uma fase mais arejada, ao menos cultural e socialmente. Mercúrio retoma seu movimento direto, trazendo a oportunidade de uma retomada de medidas duras demais, tomadas nas duas primeiras semanas. 
 
Para o Brasil, esse é o momento de melhorar as relações diplomáticas e políticas, com investimentos razoáveis em diálogo com outros países para fazerem frente, juntos, a problemas internacionais. Espionagem, por exemplo, é um tema grato a Escorpião, o signo que desde o começo do mês dá as cartas na política brasileira. 
 
Os movimentos sociais no Brasil devem sofrer reveses duros na primeira quinzena, com o aperto da segurança e das medidas restritivas, que, conforme o mês evoluir, devem ser revistas. A economia deve manter a tendência de menos gastos e mais sobriedade.
 
Entretenimento
No âmbito da cultura, das artes e dos esportes, assim como das relações internacionais, o céu se abre para o Brasil a partir da terceira semana. O Sol no esportista e otimista Sagitário favorece as relações amistosas com países alinhados com as crenças e filosofias semelhantes as nossas. É bem possível que, antes de o mês terminar, uma boa surpresa destaque o papel da diplomacia brasileira no cenário internacional. 
 
Cultura e esportes prosperam com eventos, mostras e acordos internacionais a partir de 27 de novembro, caracterizando um fim de mês mais leve a arejado. Grupos com ideias novas e mais arrojadas podem ter sucesso e algum avanço social.
 
No finzinho de novembro, Vênus e Marte formam um belo ângulo de entendimento e cooperação no âmbito financeiro e político. De modo que terminaremos novembro melhor do que começamos! 
 
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