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Justiça marca audiência de segurança que atirou durante casamento de Gisele Bündchen

Grosby Group
Em frente ao carro que está com vidro estilhaçado, o fotógrafo da agência AFP Yuri Cortez mostra a bala disparada por segurança de Gisele Bündchen e Tom Brady durante a cerimônia de casamento na Costa Rica (4/4/09) imagem: Grosby Group

San José, 2 abr (EFE).- Um juiz da Costa Rica convocou uma audiência para 29 de abril para investigar o caso em que um segurança atirou contra dois fotógrafos durante o casamento da modelo Gisele Bündchen em abril de 2009.

O segurança teria atirado depois que os fotógrafos se negaram a entregar imagens tiradas do casamento da modelo com o jogador de futebol americano Tom Brady.

O fotógrafo da agência de notícias francesa "AFP" Yuri Cortez declarou neste sábado à Agência Efe que "o início desta etapa é de alguma maneira satisfatório" e manifestou seu desejo de que se faça justiça.

"Sinto-me um pouco contente que no fim, após dois anos, haja pelo menos demonstrações de que o caso resultará em algo, pois durante muito tempo estava decepcionado que o processo e o sistema judiciário sejam tão lentos", disse Cortez, que é diretor de fotografia da "AFP" para a América Central.

Os fatos ocorreram em abril de 2009 na praia Santa Teresa, província de Puntarenas (no Pacífico costarriquenho), quando Cortez e outro fotógrafo da agência foram interceptados por seguranças de Gisele e Brady, que pediram aos dois que entregassem as fotografias que tinham tirado do casamento de uma propriedade próxima à mansão da top model.

Os fotógrafos, que não entregaram o material, entraram em um veículo e um dos seguranças disparou contra o carro.

A bala quebrou o vidro traseiro do veículo e quase feriu Cortez, segundo o relato do fotógrafo.

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