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Gucci responde acusações de trabalho escravo e demite gerente de loja chinesa

Olivier Morin/AFP
Modelo desfila look da Gucci na semana de moda de Milão imagem: Olivier Morin/AFP

Da Redação

Um grupo de funcionários de uma loja da grife italiana Gucci, localizada em Shenzhen, na China, denunciou ao jornal local "Global Times" péssimas condições de trabalho, incluindo ter que pedir permissão para beber água ou ir ao banheiro e horas extras não pagas. Ainda, haviam acusações de que grávidas deveriam trabalhar até de madrugada, até o sétimo mês de gestação.

Em comunicado oficial divulgado na última terça-feira (11), a grife italiana afirma não tolerar este tipo de situação. "A Gucci está investigando o caso e já tomou uma série de medidas, incluindo a demissão do gerente da loja e seu assistente."

"A Gucci sempre procura alcançar um alto padrão para a empresa, com a gerência, as pessoas e os produtos, seja o que for para operarmos bem nosso negócio", diz o comunicado. "O grande crescimento dos nossos negócios na China vem como um resultado do comprometimento dos nossos funcionários. Como uma empregadora responsável, nós vamos continuar ouvindo nossa equipe para nutrir um ambiente de trabalho agradável, encorajando o respeito e cuidado com os colegas".


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