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Modelo come, sim! Descubra os quitutes mais consumidos nos camarins da SPFW

Bianca Iaconelli

Do UOL, em São Paulo

Basta uma rápida passagem pelo camarim de um desfile da SPFW para qualquer pessoa esquecer aquela máxima de que, para ficarem magras, modelos não comem.

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Taila Berwig, modelo: "Não dá para resistir aos lanchinhos, tem cada delicia" imagem: Gabriel Quintão/UOL

O que não falta neste locais, que ficam próximos aos balcões onde maquiadores e cabeleireiros produzem as beldades, são comidinhas para satisfazer a gula de todos.

E, claro, as modelos estão inclusas nisso. "Sempre trago algo na bolsa, porque nunca sei se vou gostar do que tem na mesa de comida do backstage. Mas, normalmente, as comidinhas deles são ótimas e eu ataco mesmo", conta a modelo Taila Berwig, que fez 19 desfiles na temporada até a data desta entrevista. 

Natalia Moreira, também modelo, prefere trazer seus lanches de casa. Na lista de preferência, barra de proteínas, frutas e água. "Ás vezes não temos tempo nem de almoçar ou jantar. Então eu trago algo que me dê energia para fazer todos os desfiles do dia".

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Natalia Moreira, modelo, traz lanchinhos de casa para a maratona fashion imagem: Gabriel Quintão/ UOL

Edson Jesus Assunção, maître do restaurante paulistano Paris 6, comandou o serviço de catering durante a preparação para o desfile da grife Lino Villaventura nesta temporada. Entre as comidas que trouxeram, estão pães, sanduíches naturais, sopa de legumes, frutas e canapés doces. "Os salgados saem mais nos horários próximos das refeições, como almoço e jantar.

"Durante a tarde, os doces somem da mesa, todo mundo pega", conta Assunção. A conta que fazem é de duas dessas delícias para cada um que frequenta o camarim, antes e depois da apresentação, número que gira em torno de 100 pessoas.

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Natalia Moreira, modelo, traz lanchinhos de casa para a maratona fashion imagem: Gabriel Quintão/ UOL
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