Moda

Filhos de famosos usam looks estilosos; saiba como apostar com bom senso

Carolina Maggi

Do UOL, em São Paulo

Algumas celebridades têm dinheiro e ocasiões especiais o bastante para investir em produções modernas e estilosas para seus filhos. Kim Kardashian e Ticiane Pinheiro são, por exemplo, duas estrelas que gostam de “montar” as filhas North West e Rafaella Justus, respectivamente. 

Os looks dos pequenos fashionistas podem ser cheios de tendências de moda ou uma cópia do estilo dos pais famosos. Em alguns momentos, os pequenos ficam mais parecendo mini-adultos do que crianças. O hábito até fica esteticamente “bonitinho”, mas pode não ser o ideal para uma pessoa ainda tão novinha. O UOL Moda conversou com especialistas e te dá conselhos para levar em conta na hora de vestir seu filho: 

8 dicas para apostar em looks infantis com bom senso

  • Não dê importância demais à aparência

    A psicológa Denise Diniz, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), diz que é importante o filho aprender a se vestir desde cedo, pois ajuda no processo de amadurecimento, mas é preciso ficar atento para não dar importância excessiva à aparência. "Se ele tem uma autoimagem de que é sempre o diferente, possui muitos objetos e isso é tão importante, pode gerar uma grande frustração", opina.

  • Respeite a vontade própria da criança

    Há pais que impõem os seus desejos aos dos filhos na hora de se vestir, sem levar em conta a vontade da criança. Então, antes de enchê-la de roupas de grife, é preciso saber se ela quer isso para si. "Permita que a criança possa ser o que quiser", alerta Denise. "Algumas mães esquecem que a criança não é só aparência e que devem ser respeitada", completa a psicanalista infantil Alessandra Gordon.

  • Estabeleça limites

    "O filho ou a filha pode fazer de conta que é um adulto da mesma forma que se fantasia de outros personagens, mas a criança tem que ter os pais ao lado para criar um limite do que é saudável", explica Alessandra.

  • Conforto e praticidade são essenciais

    Ainda que atualmente muitas grifes apostem em roupas infantis que lembrem ou sejam idênticas ao universo dos adultos, dar preferência a peças confortáveis é essencial. "Elas precisam poder ter liberdade de brincar no look escolhido", afirma Helena Pimenta, coordenadora da graduação de moda do Instituto Europeo di Design. "É importante investir em roupas que a criança consiga vestir sozinha".

  • Não transforme a criança em um mini-adulto

    A estilista Mira Schiller, da marca infantil Tyrol, conta que é preciso ter elementos infantis mesmo em produções modernas e mais características do universo adulto. "Invisto, por exemplo, em estampas divertidas, coloridas e modelagens confortáveis. Tem que ter o senso de que é uma criança ainda. Não é legal abusar do muito curto e nem do muito justo", opina.

  • A criança precisa concordar com o que está vestindo

    A criança tem que se sentir à vontade com o estilo adotado e, em relação às cores, tudo é permitido, na opinião de Helena. "É uma bobagem você limitar o rosa para meninas e o azul para meninos", diz a coordenadora do Instituto Europeo di Design. "Vale sobreposição de peças, mistura de estampas e acho que a criança pode usar preto, apesar de muita gente não gostar".

  • Encoraje a criança a fazer as próprias combinações

    É essencial que os pais deixem que a criança faça parte do processo de escolha das suas roupas e as encoraje a fazer seus próprios looks para que aproveite o momento. "A criança precisa se divertir com a roupa. Ela é muito criativa e, do mesmo jeito que a gente quer encorajá-la a desenhar, a roupa também tem essa função", acredita Helena.

  • Não leve o look infantil a sério

    Deixar a criança fazer as produções não só a ensina a se vestir conforme a sua idade e necessidades, mas também influencia no seu crescimento como ser humano, sem pular etapas e fazer com que ela tenha a aparência de um adulto. "Se o ato de escolher uma roupa é mais uma brincadeira do que algo sério, ajuda com que ela adquira autoconhecimento e se forme como gente", finaliza Alessandra.

8 dicas para apostar em looks infantis com bom senso

  • Não dê importância demais à aparência

    A psicológa Denise Diniz, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), diz que é importante o filho aprender a se vestir desde cedo, pois ajuda no processo de amadurecimento, mas é preciso ficar atento para não dar importância excessiva à aparência. "Se ele tem uma autoimagem de que é sempre o diferente, possui muitos objetos e isso é tão importante, pode gerar uma grande frustração", opina.

  • Respeite a vontade própria da criança

    Há pais que impõem os seus desejos aos dos filhos na hora de se vestir, sem levar em conta a vontade da criança. Então, antes de enchê-la de roupas de grife, é preciso saber se ela quer isso para si. "Permita que a criança possa ser o que quiser", alerta Denise. "Algumas mães esquecem que a criança não é só aparência e que devem ser respeitada", completa a psicanalista infantil Alessandra Gordon.

  • Estabeleça limites

    "O filho ou a filha pode fazer de conta que é um adulto da mesma forma que se fantasia de outros personagens, mas a criança tem que ter os pais ao lado para criar um limite do que é saudável", explica Alessandra.

  • Conforto e praticidade são essenciais

    Ainda que atualmente muitas grifes apostem em roupas infantis que lembrem ou sejam idênticas ao universo dos adultos, dar preferência a peças confortáveis é essencial. "Elas precisam poder ter liberdade de brincar no look escolhido", afirma Helena Pimenta, coordenadora da graduação de moda do Instituto Europeo di Design. "É importante investir em roupas que a criança consiga vestir sozinha".

  • Não transforme a criança em um mini-adulto

    A estilista Mira Schiller, da marca infantil Tyrol, conta que é preciso ter elementos infantis mesmo em produções modernas e mais características do universo adulto. "Invisto, por exemplo, em estampas divertidas, coloridas e modelagens confortáveis. Tem que ter o senso de que é uma criança ainda. Não é legal abusar do muito curto e nem do muito justo", opina.

  • A criança precisa concordar com o que está vestindo

    A criança tem que se sentir à vontade com o estilo adotado e, em relação às cores, tudo é permitido, na opinião de Helena. "É uma bobagem você limitar o rosa para meninas e o azul para meninos", diz a coordenadora do Instituto Europeo di Design. "Vale sobreposição de peças, mistura de estampas e acho que a criança pode usar preto, apesar de muita gente não gostar".

  • Encoraje a criança a fazer as próprias combinações

    É essencial que os pais deixem que a criança faça parte do processo de escolha das suas roupas e as encoraje a fazer seus próprios looks para que aproveite o momento. "A criança precisa se divertir com a roupa. Ela é muito criativa e, do mesmo jeito que a gente quer encorajá-la a desenhar, a roupa também tem essa função", acredita Helena.

  • Não leve o look infantil a sério

    Deixar a criança fazer as produções não só a ensina a se vestir conforme a sua idade e necessidades, mas também influencia no seu crescimento como ser humano, sem pular etapas e fazer com que ela tenha a aparência de um adulto. "Se o ato de escolher uma roupa é mais uma brincadeira do que algo sério, ajuda com que ela adquira autoconhecimento e se forme como gente", finaliza Alessandra.

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