Beleza

Conheça os tratamentos para quem está ficando calvo e veja dicas para os carecas assumidos

Getty Images/Getty Images/Brainpix
Jude Law, Jason Statham e Kevin Costner são alguns dos famosos que não deixaram de fazer sucesso com a queda do cabelo Imagem: Getty Images/Getty Images/Brainpix

Ricardo Oliveros

Do UOL, em São Paulo

27/02/2012 07h00

O site de entretenimento da "Folha de S. Paulo" publicou, recentemente, uma enquete em que perguntava aos leitores se o ator Jude Law continuava atraente, apesar da aparente calvície: 82% afirmaram que sim. O resultado parece modernizar o verso da antiga marchinha de Carnaval: se não é dos "carecas que elas gostam mais", pelo menos a calvície parece não ser fator determinante para desgostarem. O Hora H desta semana entrevistou dois especialistas em calvície para mostrar quais os tratamentos e cuidados mais indicados para quem está perdendo ou já perdeu seus fios de cabelo. Para quem resolveu assumir a careca, não perca as dicas para manter-se calvo e elegante. No álbum de imagens, veja os acertos e erros dos homens carecas famosos. 

Identifique os primeiros sinais de calvície

"A porcentagem de calvície nos homens é significativa: 50% dos indivíduos de sexo masculino após os 15 anos de idade já apresentam sinais de queda anormal dos cabelos, e 90% dos homens após os 40 anos de idade demonstram indícios de calvície genética. Basicamente, a melhor maneira de prevenir é ficar atento aos primeiros sinais de queda anormal dos cabelos: excesso de fios no chão do chuveiro, da casa, na escova, roupas, banco do carro ou na mesa de trabalho”, afirma Luciano Barsanti, médico e tricologista, diretor do Instituto do Cabelo em São Paulo,  presidente da Sociedade Brasileira de Tricologia (ciência direcionada para prevenção, diagnóstico e tratamento da calvície) e autor do livro “Dr. Cabelo” (Editora Elevação). 

Diagnóstico e tratamento

A boa notícia para quem não se conforma em ficar careca é que praticamente todos os tipos de calvície podem ser prevenidos. Em vários casos, pode haver recuperação total dos cabelos, de acordo com Barsanti. “Os equipamentos de última geração, como o scanner de couro cabeludo que aumenta até oito mil vezes a superfície dos fios e do couro cabeludo, e a microscopia eletrônica do bulbo capilar (onde os fios se formam) permitem ao médico um diagnóstico preciso e um tratamento adequado, obtendo os melhores resultados.”

Hoje, o homem dispõe de variadas técnicas e medicamentos voltados para o tratamento da calvície. Todavia, é importante que qualquer medicação seja sempre receitada pelo médico, evitando a automedicação que pode levar a sérias complicações. “O preço dos tratamentos nas clínicas especializadas são acessíveis, tendo a frequência média de duas sessões mensais, com duração de uma hora. O tratamento dura em torno de seis meses e os resultados já aparecem entre o quarto e o quinto mês de tratamento”, diz Barsanti. 

Barsanti acredita que os avanços no tratamento da calvície consistem nos chamados métodos não-invasivos (sem implante, corte ou injeções). Estes tratamentos fundamentam-se na associação de terapias, tais como o laser de baixa potência, a infusão tópica no couro cabeludo de fitoterápicos, sem injeções, a partir de um aparelho que consiste num pequeno rolo conectado a um computador que, ao deslizar sobre o couro cabeludo transfere a medicação para dentro do bulbo capilar (matriz do fio). "Pode ser associada também a eletroterapia, que consiste na aplicação por contato, no couro cabeludo, de correntes de baixa intensidade, que, sem dor, estimulam a multiplicação celular, aumentando os fios", complementa.

Para quem não perdeu todos os fios

A médica Leila Bloch, dermatologista e cirurgiã capilar, graduada pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica e da North American Hair Research Society (NAHRS), explica quais os tratamentos existentes para calvície e para quem são indicados. 

Para a calvície adiantada

A dermatologista recomenda o transplante capilar para os pacientes que já apresentam um quadro mais definido de perda capilar e para aqueles que desejam deixar de ser calvos.

“Quando a rarefação capilar passa a incomodar esteticamente, já é possível realizar uma cirurgia de restauração capilar, desde que se tenha área doadora suficiente para tal. Enquanto o tratamento clínico pode ajudar na manutenção da quantidade de fios, sem recuperar os perdidos,  somente a cirurgia de transplante capilar  restaura os fios e faz aumentar consideravelmente a quantidade de cabelos, sem perder a naturalidade dos fios, que caem e crescem normalmente”.

Cuidados para quem quer assumir a careca

Há muitos homens que resolveram assumir a careca e fazer dela parte do seu estilo. Estão aí para comprovar a tese os “durões” do cinema como Bruce Willis, Vin Diesel, Jason Staham, além de atletas e jogadores. Para estes, os médicos recomendam:

1.         Uso de bonés/ chapéu com protetor solar. A exposição ao sol, principalmente nos calvos, pode levar ao câncer de couro cabeludo, que não é incomum;

2.         Protetor solar em aerosol ou em spray, com a reaplicação do produto a cada duas ou três horas;

3.         Lavagem diária da careca com xampu de controle de oleosidade, alternando com xampu neutro. Devemos lembrar que a primeira lavada da cabeça é para o couro cabeludo, e não para os fios, portanto os cuidados com o couro cabeludo, como o uso de um xampu de controle de oleosidade, devem ser mantidos;

4.         Evitar água quente e banhos demorados.

 

Polêmica: a finasterida pode causar impotência ou perda da libido?

Entre os efeitos colaterais da finasterida descritos na bula do medicamento estão a perda da libido, dificuldade de obter uma ereção, diminuição do volume ejaculado, dor nos testículos e crescimento anormal das mamas em homens. 

“A finasterida é um bloqueador de DHT. Trabalhos internacionais demonstram que a diminuição de libido (falta de apetite sexual) com o uso de finasterida é mínimo. Além disto, grupos de pesquisa que foram medicados com placebo (medicação sem ativo), sem saber, apresentaram os mesmos índices do efeito colateral”, explica Barsanti. 

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