Cabelos

Com técnica atualizada, permanente volta a fazer a cabeça das mulheres

Divulgação/Gilberto Cabeleireiros
Efeito do permanente digital no cabelo naturalmente liso Imagem: Divulgação/Gilberto Cabeleireiros

Juliana Simon

Do UOL, em São Paulo

27/06/2016 07h00

Conquistar cachos sendo "lisa" nunca foi tarefa fácil. Hoje, para conseguir formas mais onduladas, inspiradas em Gisele Bündchen e Grazi Massafera, há a o babyliss, mas o efeito dura poucas horas. Uma opção é o permanente, que foi teve sua base tradicional reformulada, ganhou versão digital e oferece resultados bem diferentes daquele dos anos 80.

A principal mudança no permanente comum é o tamanho do cacho. "A diferença está na escolha da ferramenta, no diâmetro do bob ou bigudinho. Ou seja, quanto maior for o tamanho da ferramenta usada, mais ondulado. Quanto menor, mais cacheadinhos ficarão os fios. E o outro fator determinante é a posição em que os bigudinhos são colocados", diz Ulisses SJ, hair stylist do E.A. Creative Salon.

A técnica ainda utiliza o líquido à base de amônia (sim, aquele cheiro forte continua o mesmo). "É a garantia de efeito e de maior duração. Existem métodos com outro tipo de produto, mas que duram muito menos", diz o cabeleireiro Gui Cassolari. O efeito se mantem por cerca de seis meses e só desaparece de verdade com a ação da tesoura, uma vez que o processo muda internamente a estrutura da fibra capilar.

Versão digital
Uma outra opção é o permanente digital, vindo do Japão. A técnica também usa um composto de tioglicotato de amônia, mas com percentuais bem reduzidos. Os cachos são realizados com bobes térmicos conectados a um equipamento digital que atua no processo de memorização das ondas nos fios. Leva cerca de três horas, pode durar de três a cinco meses e custa de R$ 350 a R$ 750, variando de acordo com o comprimento.

Divulgação/Gilberto Cabeleireiros
Versão "hi-tech" usa bobes térmicos conectados a um equipamento digital Imagem: Divulgação/Gilberto Cabeleireiros

Novo efeito
Segundo Olinda Kamakura, hairstylist do salão Gilberto Cabeleireiros, o resultado das novas técnicas não é mais o chamado "efeito poodle", como nos anos 80. Em cabelos naturalmente lisos, o permanente pode ajudar a dar mais volume (com cachos mais apertados) e movimento (com cachos mais soltos).

Segundo os profissionais, a procura é grande por quem tem o cabelo liso escorrido e muito mirrado, orientais e por quem procura efeito babyliss permanente.

Este é o caso de Patrícia Alves. Dona de cabelo bem liso, a jornalista optou pela técnica do permanente digital há oito meses e está satisfeita. “Gostei muito, pois achei que ficou natural e parecia que eu estava sempre de baby liss. Além disso, é fácil de cuidar. Uso uma boa máscara, seco com difusor e fica com movimento”, diz.

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