Beleza

Peeling: veja em qual investir para reduzir manchas, acne, flacidez e rugas

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Imagem: iStock

Paula Roschel

Colaboração para o UOL, em São Paulo

17/08/2017 04h00

Muitas mulheres querem ter pele perfeita. Nessa busca, o peeling é um dos procedimentos mais pedidos nos consultórios de dermatologistas e até em clínicas de estética e salões de beleza: ele descama a pele de forma controlada e consegue, em pouco tempo, diminuir manchas, acne, flacidez e rugas.

Existem vários tipos de peeling -- e é preciso ter cuidado na hora da escolha. Enquanto alguns podem ser feitos em casa, com o uso de produtos leves, outros precisam de internação em hospital e muito cuidado, para que o sonho do rosto de porcelana não se transforme em pesadelo bem dolorido. Saiba mais e veja qual é o melhor para você:

Superficial, médio ou profundo?

A dermatologista Aline Vieira explica a função de cada peeling: “Para promover o brilho na pele, deixá-la mais fina e melhorar as manchas, podemos fazer um superficial. Para melhorar as linhas finas, um médio. E para rugas mais profundas e cicatriz de acne, os mais profundos”.

Físico ou químico?

Enquanto os peelings físicos, como dermoabrasão, de diamante ou cristal fazem um processo de polimento e retirada de camadas da pele, os químicos agem estimulando, por meio de substâncias, a troca do tecido. Entre os químicos mais superficiais há os de ácido retinóico, glicólico, salicílico e resorcina, diz a dermatologista Natalia Cymrot. Ela também explica as opções mais intensas: "Os médios (ácido tricloroacético, radiofrequência e laser de CO2) removem camadas mais profundas da epiderme e os profundos impactam na derme, área ainda mais profunda, como o peeling de fenol, bastante invasivo."

É melhor fazer no inverno?

Sim. “O inverno é o melhor momento porque os raios ultravioleta estão mais leves e, portanto, há menos risco de manchar a pele”, esclarece a dermatologista Thais Pepe, membro da Academia Americana de Dermatologia.

Dá para fazer em casa?

Os peelings também podem fazer parte da rotina caseira de beleza -- sempre de acordo com as instruções do fabricante e a indicação do dermatologista: “Eles são bem leves e podem ser usados uma vez na semana”, afirma Aline Vieira.

O que fazer se arder muito?

Apesar de fazer com que a pele se renove de forma controlada, é preciso ficar atenta a incômodos que podem indicar que algo saiu errado no procedimento: "A pessoa consegue saber pelo nível de ardor da pele enquanto estiver fazendo o procedimento. É comum arder, mas não pode ser insuportável, caso contrário é necessário remover o produto imediatamente", observa Rosy Brazão, esteticista do Jacques Janine Jardim América, de São Paulo. Ela faz mais um alerta: peelings malfeitos podem causar manchas pós-inflamatórias, escurecendo as que já existem e contribuindo para aparecerem novas.

Os médios e profundos doem?

Procedimentos mais profundos são mais intensos, então é melhor procurar um médico experiente, que vai poder também orientar sobre os prós e contras. “A dor depende muito do peeling que for feito, mas os médios e profundos doem bastante. Se sair pus ou uma crosta muito profunda, se demorar mais de uma semana para cicatrizar, esses não são sinais normais de um peeling superficial. Já os peelings profundos formam crostas mais grossas, demoram mais para cicatrizar”, diz a dermatologista Thais Pepe.

E se eu quiser uma renovação extrema?

Se você pensa em investir nos procedimentos mais intensos, também deve ir a um dermatologista habilitado para isso. Muitas vezes, os peelings profundos exigem internação hospitalar e sedação: "Há um risco muito maior de infecção, complicações e, dependendo da técnica, até mesmo a retirada do curativo exige experiência. Os mais profundos promovem um período difícil após o procedimento, com muito inchaço e saída de secreção da pele, então o médico deve ser experiente. Peelings superficiais têm tempo de recuperação em torno de 5 dias, mas os mais profundos entre 30 e 45 dias", afirma Natalia Cymrot.

Como é o pós?

Os cuidados após o procedimento serão decisivos para a recuperação e o resultado do peeling: "É necessário hidratar a área várias vezes ao dia, no mínimo três, para estimular ainda mais a troca de pele e aumentar a renovação celular. Depois do procedimento, a exposição solar deve ser evitada por, pelo menos, 15 dias", orienta Aline Vieira.

Confira algumas opções de peelings para uso doméstico, mas use-os apenas com acompanhamento do seu dermatologista:

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