Vida em casa

6 dicas para já sair de casa economizando nas compras do mês

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Imagem: Getty Images

Thalita Peres

Do UOL, em São Paulo

Estamos em uma crise e, para ajudá-lo na economia doméstica, o UOL reuniu dicas para que a 'hora do mercado' não seja um pesadelo. Caneta e papel na mão e vamos lá!

6 passos para o sucesso

 

  1. A primeira providência é fazer uma lista do que está faltando em casa e separar os itens em duas categorias: 'básicos' e 'supérfluos'. Esta última deve ser dividida mais uma vez: os supérfluos prioritários e os supérfluos propriamente ditos, aqueles sem os quais a maioria das pessoas vive bem, a exemplo dos doces.
     
  2. Antes de escolher em qual mercado você vai fazer as compras do mês, que tal contar com a ajudinha da tecnologia? Entre nos sites das redes varejistas e veja quais estabelecimentos oferecem os produtos mais baratos. Cogite comprar itens em lojas distintas, por exemplo: compre os itens de limpeza no supermercado 'A' e deixe alimentos e produtos de higiene para o 'B'. Na hora de passar pelo caixa, vale a pena! 
     
  3. Procure ir às compras o mínimo possível. Reduzir a frequência ajuda a manter o foco: você verá com mais clareza os produtos que realmente precisa e a chance de cair em tentação é menor. Pode não parecer, mas aquelas concessões à bolachinha "carésima" e outros pequenos mimos acabam fazendo diferença no fim do mês. O indicado é tentar ir ao supermercado apenas uma ou duas vezes a cada 30 dias. 
     
  4. Evite fazer mercado com fome. Enquanto sua barriga ronca, o desejo o faz comprar mais. Especialistas afirmam que se você estiver alimentado, comprará apenas o essencial, mas com fome... a tendência é encher o carrinho, pela sensação de que a quantidade não será suficiente. Resumindo: você vai gastar mais com supérfluos.
     
  5. Comparar as embalagens é uma boa tática: fique atendo ao peso dos produtos. Muitas vezes, um item está mais em conta simplesmente porque tem menos conteúdo. Também vale levar em conta a substituição de algumas marcas de renome por outras mais baratas, se a qualidade for equivalente. 
     
  6. Ir com as crianças ao mercado não é o ideal, mas, muitas vezes, não há outra opção. Se este for o seu caso, que tal transformar as compras do mês em uma gincana para a criançada? Assim elas não ficarão entediadas durante o processo e tenderão a pedir menos presentinhos e guloseimas. Monte uma dinâmica divertida que englobe uma espécie de 'aula de economia', uma sugestão é pedir para que os pequenos escolham os produtos mais baratos da prateleira. 

Fonte: Ricardo Teixeira, economista e professor de pós-graduação da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

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