Casa e decoração

Veja táticas simples para adaptar a casa se você tem cães ou gatos

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É preciso organizar a casa para receber um bichinho de estimação Imagem: Getty Images

Marcelo Testoni

Colaboração para o UOL

31/10/2017 04h00

Dividir o espaço com um bichinho de estimação exige cuidados. Veja como organizar a casa para garantir segurança, disciplina e bem-estar.

Tigelas e banheirinho

Gatos não gostam de beber água parada, por isso eles adoram as fontes vendidas em pet shops (com água corrente). Mas é possível atraí-los para a tigela afastando o comedouro de ração por cerca de 50 cm. É que, por instinto, felinos encaram a própria comida como algo morto que, perto da água, pode contaminá-la. Pelo mesmo motivo, a caixa de areia deve ficar distante. Cães são menos exigentes: comida e água podem ficar próximos, mas o jornal ou tapetinho higiênico também precisam ficar longe, sem restrição de lugar, menos em corredores.

Móveis baixos

Para impedir que cães mordam pernas de cadeiras e mesas, borrife repelente específicos para afastar cães e gatos nos móveis. Como felinos gostam de afiar as unhas no sofá, envolva os braços com corda sisal de 6 mm ou um pedaço de carpete. Mas ofereça, também, opções para eles treinarem suas habilidades em outros cantos: coloque arranhadores e caixas de papelão para gatos e, para cachorros, brinquedos de borracha e ossinhos vendidos em pet shops.

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Instale degraus para facilitar a movimentação Imagem: Getty Images
Prateleiras e estantes

Gatos adoram móveis altos, de onde podem observar todo o ambiente. Para impedir seus saltos, agrupe os objetos forando uma espécie de barreira. Se ele não enxerga o que há por trás disso, não sobe. Para compensar, compre uma casinha em formato de torre, instale degraus de parede e enriqueça os lugares “permitidos” para pular com petiscos.

Fios soltos e tomadas

Podem representar risco de choque para animais, que investigam tudo com o focinho e as patas. No caso dos fios, procure agrupá-los como um único cabo usando fita isolante preta, que também serve para tapar as tomadas. Você também pode comprar um organizador de fios, que nada mais é do que um tubo que reúne dentro dele todos os cabos. Para evitar que frestas e furos pequenos em paredes e assoalhos sejam cutucados, aumentando o estrago, vede essas áreas o quanto antes.

Cozinha e sala de jantar

Impeça que felinos pulem sobre pia, fogão e mesa de jantar mantendo esses locais sempre limpos e sem alimentos abertos ou frutas. Guarde talheres e utensílios pequenos que possam ser atirados no chão e, se necessário, até os frascos de temperos com cheiros de ervas. Se não funcionar, cole fita dupla-face nas superfícies –quando eles pularem, vão detestar e pensar duas vezes antes de voltar lá: gatos detestam o efeito pegajoso de cola.

Jardins e quintais

Se você quer evitar que os bichos façam cocô em canteiros e jardins, plante citronela e lavanda, que não são venenosas, mas afastam cães e gatos. No caso dos vasos pequenos, espalhe cravos da Índia, grãos de café ou cascas de frutas cítricas. Se não funcionar, borrife vinagre ou suco de limão nas folhagens. Por serem soluções naturais, o animalzinho apenas estranhará o sabor azedo e perderá o interesse.

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Não se esqueca das telas de proteção! Imagem: Getty Images
Janelas e varandas

Em apartamentos, telas de proteção são indispensáveis para proteger os animais. O mesmo vale para portões que permitem que os bichos acessem a rua. 

Portas e armários

Alguns cães e gatos podem aprender a destravar maçanetas para invadir, por exemplo, o quarto do dono ou a despensa de alimentos. Para evitar, troque maçanetas retas (que são fáceis de serem puxadas para baixo pelas patas e boca) por modelos redondos. O formato só abre se for completamente girado. 

Cortinas, tapetes e toalhas

Evite peças com franjas compridas ou bordados, pois, além de enroscarem nos dentes e unhas dos bichos, se arrastados por eles, podem derrubar o que estiver por cima. Além do mais, eles podem se machucar. Os tecidos com as tramas mais fechadas estragam menos, pois é mais difícil de gatos, principalmente, arranharem.

Fontes: Andréa de Paula, zootecnista e especialista em comportamento de cães e gatos da Amigos do Zorikão; arquitetas Flávia Gamallo e Fabiana Couto, do escritório CoGa Arquitetura.
 

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