Cerimônia de casamento

Da igreja para o bar: casal e convidados celebram união em botecos no Rio

Arquivo pessoal
Os noivos Raquel e Bruno no karaokê pós-casamento Imagem: Arquivo pessoal

Juliana Simon

Do UOL

26/04/2017 13h56

Após cinco anos de namoro e um ano e 9 meses morando juntos, a produtora audiovisual Raquel Stern e o médico Bruno Sicuro trocaram alianças na última quinta-feira (20). Seria mais uma história de casamento se a cerimônia não tivesse terminado horas depois em botecos do Rio de Janeiro.

Vitor Vogel e Dafne Bastos
Raquel e Bruno durante a cerimônia na Igreja Santo Antônio dos Pobres Imagem: Vitor Vogel e Dafne Bastos
“Sempre fomos de boteco”, disse Raquel em entrevista ao UOL. A paixão pela noite carioca e o amor do casal até se confundem. “Nos conhecemos na Gafieira Elite, comemorando o título do Vasco da Copa do Brasil de 2011 - outra paixão compartilhada”, lembra.

Pedra do sal, Vaca Atolada, Samba do Trabalhador e o Bola Preta - onde foi realizada a festa “oficial” no sábado (22) – sempre fizeram parte da rotina do namoro.

“Como a festa seria só no sábado e a cerimônia na quinta, começaram a perguntar se não haveria comemoração após a cerimônia, então sugeri que fôssemos ao karaokê do Seu Manuel, que é um programa nosso recorrente pós-bar”, explica Raquel.

A proximidade da Igreja Santo Antônio dos Pobres, onde aconteceu a cerimônia, animou os convidados, que foram caminhando para o local acompanhados pelos recém-casados.

Vitor Vogel e Dafne Bastos
Convidados e recém-casados caminham para o karaokê Imagem: Vitor Vogel e Dafne Bastos

Já passando de 2h da manhã, o noivo sugeriu a ida ao Vaca Atolada – detalhe: onde o noivo foi tomar uma cervejinha antes da cerimônia horas antes - e os convidados resistentes comemoraram. “Foi superengraçada a chegada. Digamos que nossas roupas destoavam um pouco. As pessoas aplaudiram, tiraram fotos e até o dono do bar gravou a gente chegando”, diz a noiva.

Arquivo pessoal
Os noivos Raquel e Bruno no karaokê pós-casamento Imagem: Arquivo pessoal

A escolha pela festa improvisada é a cara do casal, que nunca havia cogitado nada tradicional. “O vestidão tradicional que usei na quinta surgiu junto com a cerimônia, mas o que tínhamos planejado desde o início era uma festa estilo boteco no Bola Preta. Queríamos comemorar nossa união com os amigos e familiares e fazer uma festa com samba e cerveja”, diz.

Até mesmo a festa “oficial” foi celebrada por um amigo e pela irmã de Raquel, bem mais descontraída que as tradicionais.

“Hoje os amigos brincam que tivemos uma comemoração de três dias!”, ri Raquel.

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