Casamento

Homem guarda pedaço do bolo de casamento da princesa Diana por 36 anos

AFP
Em 29 de julho de 1981, Diana, então com 20 anos, e o príncipe Charles, 32, se casaram na Catedral de St. Paul, em Londres. A cerimônia teve 3500 convidados e foi vista por 750 milhões de pessoas, que assistiram ao vivo ao redor do mundo. Imagem: AFP

do UOL, em São Paulo

21/08/2017 10h15

O conceito de "lembrancinha" de uma festa de casamento foi reinventado pelo americano John Hoatson, 44 anos, de Fort Lauderdale, um fã da monarquia britânica.

Entre seus itens de colecionador que pertenceram a membros da família real está um pedaço do bolo de frutas do casamento da princesa Diana com o príncipe Charles — 36 anos atrás! Na época, John era apenas uma criança e assistiu trechos da celebração pela tevê, mas confessa que se apaixonou pela princesa com o passar dos anos e passou a buscar mais e mais informação sobre ela, além de itens que a pertenceram para a sua coleção.

Ao jornal americano "Tampa Bay Times", John Hoatson contou: "[O bolo] não envelhece. Está preservado pelo ar. Eu o enviei até a Inglaterra e a caixa foi assinada por duas das madrinhas [de Diana], India Hicks e Clemmie Hambro, que era a mais jovem madrinha da festa, com 5 anos. Eu gosto muito das cartas e cartões. Ela escrevia muitos cartões. Tenho uma carta que ela escreveu logo após ficar noiva de Charles, em que ela assinou como 'Lady Diana'". 

A coleção de John com objetos da princesa, avaliada em US$ 500 mil (cerca de R$ 1,5 milhão), inclui até uma barra de sabonete usada, mas ele garante que o bolo — feito pela Escola de Culinária da Marinha Real — ainda é sua lembrança favorita de Lady Di. "Todo mundo me pergunta [se já provei]. Mas é um bolo de frutas de 36 anos, não parece muito bom". 

E por que ele o guarda? "Eu quero fazer a minha parte para preservar a história e o legado da princesa Diana, para que possamos aprender com ele. Eu lembro que, naquela manhã do casamento em 1981, minha mãe me disse: 'Estas são as pessoas contra quem lutamos na revolução [pela independência dos EUA]'. Eu pensei: 'Uau. E eles ainda têm toda a pompa. E carruagens! Eles são tão ligados à história deles e nós somos uma nação tão jovem. Aquilo me fascinou".

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