Casamento

Expectativa X realidade: na noite de núpcias rola de tudo, menos sexo

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O que rolou na sua noite de núpcias? Conte nos comentários Imagem: Getty Images

Carolina Prado e Gabriela Guimarães

Colaboração para o UOL

30/08/2017 04h00

Expectativa: ter uma noite de núpcias com muito romantismo e sexo selvagem até o amanhecer. Realidade: cair no sono por bebedeira, encarar um motel cheio e ter câimbra. Cinco mulheres contaaram para o UOL a saga da primeira noite de casados.

Muita bebida, zero sexo

“A cerimônia foi por volta de 17h e a festa começou uma hora depois. Meu marido diz que lembra da festa até às 22h. Eu lembro, mais ou menos, até às 23h. Mas ela acabou às 2h! Íamos dormir no local da festa, assim como umas amigas minhas. Meu marido não parava de beber e, ao ver que ele já não abria mais os olhos, disse: ‘Vamos dormir’. Ele bebeu mais um chope, enrolou, e veio tropeçando. Ele invadiu o quarto das minhas amigas e pulou na cama delas. Quando consegui tirá-lo de lá, passei outro sufoco para subir uma escadaria enorme até o nosso quarto: ele subia um degrau e descia dois. E ria horrores! E eu também, porque também estava bêbada. Enfim, chegamos no quarto e ele dormiu vestido de noivo. Na manhã seguinte, acordou sem um pingo de ressaca… Então, rolou muito álcool. Sexo, nem pensar.” R. T., 29 anos, advogada.

Mc Lanche Feliz, mas sem brinquedo

“Meu casamento aconteceu durante o dia, nós saímos da festa às 17h. Voltamos para casa, onde estava hospedada também parte da minha família. Chegamos no quarto e ficamos meio paralisados: aquele monte de família ao redor e nós nunca tínhamos transado. Acabamos cochilando e acordando três horas depois. Chovia muito! Percebendo a situação estranha, minha tia e minha prima disseram para irmos para um hotel. Topamos e chamamos um táxi. Ficamos na porta esperando e nada. O celular acabou a bateria e nada. Tivemos que entrar de novo na casa e pedir para minha tia chamar um táxi para nós. Deu certo. Quando chegamos no hotel, estávamos mortos de fome. Meu marido decidiu ir ao Mc Donald's para comprar um lanche. Só que, enquanto eu fiquei esperando, dormi. Ele chegou no quarto com a comida, viu que eu estava dormindo, e dormiu também. Acordamos e comemos os lanches frios. E só então fomos ter nossa ‘noite de núpcias’. Mas deu certo, porque eu engravidei ali.” Dauana de Mattos Gomes Victor, 26 anos, estudante.

Vizinhança barulhenta

“Eu e o meu marido saímos do casamento e resolvemos passar a noite no motel pela primeira vez. Chegando lá, estava tudo lotado. Nem pudemos escolher o quarto, pegamos o que tinha disponível. Entramos e percebemos que nossa vizinha era bem barulhenta. Ela gemia muito alto e gritava coisas que não consigo repetir. Eu travei. Aí meu marido foi até a parede e gritou: ‘Geme mais baixo que eu quero me concentrar!’. Ela não parou, acho que nem ouviu, na verdade. Então, começamos a rir. Eu fiquei tão tensa com a situação, que me deu dor de barriga. Fui ao banheiro. Não deu 10 minutos, ele entrou para tomar banho. Eu tava lá dentro ainda! Eu não sabia onde enfiar a cara! Mas ele não estava nem aí, falou: ‘Relaxa, agora você é minha mulher.’ Ou seja, de sexy e sexo a nossa noite não teve nada. Mas rimos até hoje ao lembrar.” Naiara Menezes Martins, 22 anos, babá.

Acabou em gargalhada

“Seria minha primeira vez em um motel. Ele tinha caprichado na escolha do quarto, e eu, na da lingerie. Chegando lá, me troquei, dancei um pouco para ele e fomos para a banheira. Depois de três cervejas, fomos para a cadeira erótica. Transamos em quatro posições diferentes, até que ele pediu para eu cavalgar. Começamos. Ele, feliz da vida, porque adora essa posição. Mas aí, eu senti aquela fisgadinha na coxa. Desci da cadeira. Quando fui subir de novo, travei. Fiquei tonta e gritei! O coitado entrou em desespero e acabou batendo na minha perna, o que piorou a câimbra. Eu, chorando, não conseguia explicar. Até que soltei um sonoro: ‘Deu câimbra!’. Ele ficou em silêncio, e me ajudou, fazendo uma massagem. E eu reclamando de dor enquanto ele estimulava o músculo da minha coxa. A câimbra passou e eu tive um breve vislumbre meu: descabelada, com o rosto manchado de maquiagem pelo choro e quase roxa de vergonha. Ele explodiu numa gargalhada imensa e até hoje me zoa.” B.G., 19 anos, tatuadora.

Terminei com o olho roxo

“Casei virgem e, é claro, a noite de núpcias era muito esperada por nós. Minha prima me presenteou com uma linda camisola de renda preta e um amigo do meu marido deu para ele uma garrafa de champanhe, que eu fazia questão de abrir naquela noite. Já no chalé, gritei para o marido ficar no quarto, porque eu tinha uma surpresa. Coloquei a minha camisola e fui até a cozinha. Tentei abrir a garrafa de champanhe, e nada! A rolha não saía. Até que eu resolvi balançar a garrafa e, quando fui tentar abrir de novo, mirei para o meu rosto (não me pergunte o porquê). A rolha, enfim, saiu... direto para o meu olho. Comecei a gritar feito louca e a chorar! Meu marido correu de cueca e eu estava lá, linda de camisola preta de renda, toda sexy, no chão, chorando, desesperada de dor e, pior, de vergonha! Ele me acalmou, disse que eu estava linda, colocou gelo no meu olho e me levou para a cama. A noite acabou ali. No dia seguinte, ao sair do chalé, percebi os olhares desconfiados para mim e não sabia se era pior pensarem que meu marido me bateu na nossa noite de núpcias ou descobrirem a história verdadeira mesmo.” Amanda Carla, 26 anos, desempregada.

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