Casamento

Marina Ruy Barbosa diz ter sofrido bullying e confessa ciúmes do noivo

do UOL, em São Paulo

06/10/2017 10h07

Apesar de relembrar a fama de boazinha, Marina Ruy Barbosa também tem um lado ciumento. A atriz revisitou momentos marcantes de sua carreira ao lado de Matheus Mazzafera em um vídeo do canal do apresentador no Youtube e brincou ao falar da relação com o noivo, Xande Negrão. "Ele me acalma porque eu sou muito ansiosa, a minha cabeça não para, sempre fui muito pilhada e ele me ajuda a manter os pés no chão", disse.

Perguntada sobre quem era o mais ciumento da relação, Marina entregou que era ela com uma risadinha e brincou: "Eu não tenho ciúmes por ele, mas tenho ciúme pelas 'vacas'". Ela confessou que já pediu a ele que deixasse de seguir uma mulher nas redes sociais. "Óbvio". 

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A exposição da vida íntima do casal também é uma preocupação para ela. "Eu namoro o Alexandre, que já correu de Stock Car, era piloto, mas hoje em dia não é a profissão dele, né? É um hobby. Fico [pensando] até que ponto eu vou mostrar, porque as pessoas têm curiosidade. E as pessoas que seguem a gente, que têm carinho, que têm respeito, que torcem, também querem saber... E você não vai contar nada? Então acho que tem que ter um equilíbrio, isso é que é saudável", refletiu. 

Marina também falou sobre o término do relacionamento com Klebber Toledo e o período de solteira antes do noivado. "Eu sempre fui uma menina de namorar. Nunca fui de ficar muito na balada, de ficar 'pegando'. Teve uma época em que eu terminei um namoro [e pensei] 'acho que sou muito nova, acho que eu tinha que sair mais, me divertir'. E eu tentei ir para umas baladas, mas aquilo não me completava tanto. Era bom, mas não era o que eu queria fazer todo dia, sabe? Eu sempre gostei de ter alguém para compartilhar minhas coisas".

"Esta época foi uma em que eu estava muito feliz profissionalmente, fazendo minha primeira protagonista em 'Totalmente Demais' e aí foi um momento em que eu falei assim: 'cara, eu tô muito feliz profissionalmente, mas na vida pessoal não tô me sentindo tão completa assim'. Fiquei meio perdida neste sentido. Mas aí logo depois as coisas se ajustaram, eu conheci o Xandinho e parece que o jogo virou, não é mesmo?", brincou.

Nos tempos de escola

Marina ainda revelou a Matheus Mazzafera que sofreu bullying na escola por volta dos 13 anos. "Eu devia ter aprontado mais. Eu era a que mais sofria no colégio, que todo mundo maltratava porque eu não sabia me defender, porque eu era muito boazinha". Segundo ela, os colegas implicavam com o fato de ser ruiva. "Eu me achava horrorosa, azeda de branca, morando no Rio de Janeiro, era a mais zoada". 

Ela ainda diz que, da proximidade com a mãe neste período nasceu uma relação de amizade forte entre as duas. "Minha relação com a minha família é muito boa. Comecei muito nova, com 9 anos. E é uma carreira complicada, um meio muito complicado. Tem que ter uma base familiar boa para você não despirocar. Algumas pessoas, às vezes, vendo a minha mãe sempre comigo — porque dos 9 aos 18 ela tinha que me acompanhar, era obrigatório até no Projac, nas gravações — elas falavam 'nossa, mas a mãe não sai do pé dela?'. Queridos, não, cara! Minha mãe é minha amiga, é mais do que minha mãe, ela é minha confidente. É um privilégio poder ter meus pais por perto, ter este ambiente familiar. Então acho que tenho que dar valor para isso".

O desafio de fazer cenas sensuais

A Maria Ísis de "Império" foi um marco na carreira de Marina. "Essa novela para mim foi um desafio. Eu estava com 18 anos, fazendo [par] com o Alexandre Nero, que já era bem mais velho. E eu nunca tinha feito cena sensual. E aí eu tava desesperada: 'cara, eu preciso melhorar isso aí, esquentar esse negócio porque senão, daqui a pouco, eu vou ser demitida'. Separei uns funks e levei para a preparação. Falei: "Quero dançar essas músicas", coloquei lá com o preparador Eduardo Milewicz aquele funk da Anitta: 'vou rebolar só porque você não gosta...' (canta) e eu lá rebolando, virando cabelo".

"Lembro que eu estava tão nervosa que meu lábio tremia porque, para mim, aquilo era um baita desafio. Eu tinha que ali soltar toda a minha vergonha", concluiu.

 

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