Sexo

Veja 50 clichês e bobagens que permeiam "Cinquenta Tons de Cinza"

Orlando/UOL
Vendido com a promessa de aquecer relacionamentos mornos,"Cinquenta Tons de Cinza" pode ter efeito oposto e levar relações ao fim, segundo especialistas consultados por UOL Comportamento imagem: Orlando/UOL

Heloísa Noronha

Do UOL, em São Paulo

À venda desde 15 de setembro, "Cinquenta Tons Mais Escuros" (Ed. Intrínseca) já ocupa o primeiro lugar na lista dos livros mais vendidos no Brasil. Segundo volume da trilogia iniciada por "Cinquenta Tons de Cinza", o romance conta os percalços amorosos de Anastasia Steele e Christian Grey, que se tornam namorados, mas para encontrar a felicidade juntos precisam vencer certas barreiras –no caso, a predileção dele por joguinhos e brinquedos sadomasoquistas.

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A trilogia –o volume final "Cinquenta Tons de Liberdade” começa a ser vendido por aqui dia 1º de novembro– da inglesa E L James é um sucesso sem precedentes: foram mais de 40 milhões de exemplares comprados em todo o mundo até agora, a maioria por mulheres. Uma adaptação cinematográfica já começou a ser realizada –e ninguém duvida que provocará igual furor.

Nos quatro cantos do planeta, leitores enaltecem a obra como libertária, por falar explicitamente de sexo, mostrar um herói perfeito e por estimular casais a pensarem em aventuras na cama. Por isso, UOL Comportamento pediu a ajuda de especialistas* que conhecem a obra para reunir as 50 maiores bobagens dos dois primeiros volumes. Reflita sobre elas e use o campo de comentários desta página para dizer o que você acha do best-seller.

 

 

*Consultoria: Arlete Girello Gavranic, terapeuta sexual e coordenadora do curso de pós-graduação em Educação e Terapia Sexual do Isexp (Instituto Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática); Carolina Braga, psicopedagoga, pedagoga e arte-terapeuta; Carla Cecarello, psicóloga, terapeuta sexual e presidente da ABS (Associação Brasileira de Sexualidade); Mariana Teixeira, doutora em Literatura Comparada pela USP (Universidade de São Paulo), pesquisadora do Instituto de Estudos da Linguagem na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e especialista em literatura libertina.

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