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Sexo consentido fora da relação pode apimentar relacionamentos longos

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Experimentar práticas de BDSM pode ser uma maneira de esquentar relacionamentos longos Imagem: Getty Images

Colaboração para o UOL, em São Paulo

08/07/2016 07h25

Para alguns casais, basta uma lingerie sexy e experimentar novas posições e locais para transar para o sexo ganhar ares de primeiros encontros. No entanto, quando esses artifícios não funcionam mais, o jeito é pensar em outras formas de erotizar a relação.

Para quem não tem receio de experimentações, existe um vasto universo fetichista a ser explorado. A seguir, você descobre quatro ideias que podem revolucionar suas práticas, tirando de vez da rotina o relacionamento estável.

1 - Transar com outro casal

A maneira mais fácil de experimentar o suingue é visitar casas nas quais a prática acontece ou baladas liberais. São locais que, à primeira vista, parecem uma boate qualquer, mas escondem nos fundos o chamado “labirinto”. Nesses espaços, pode-se entrar com quem quiser e trancar a porta.

Também há a opção de transar em uma parte aberta, onde os casais podem ser vistos. Uma vez na balada, não é obrigatório transar com outras pessoas. “Você pode se excitar apenas vendo os outros transar, mas entrar em um quartinho e fazer sexo só com o parceiro. Só essa experiência já é um ganho para o casal”, afirma o psicólogo Maurício Amaral de Almeida, que desenvolve estudos na área de sexualidade humana e comunidades fetichistas.

É claro que ambos os envolvidos devem estar com vontade de “suingar”. Além disso, é válido fazer alguns acordos antes de experimentar. Por exemplo, só transar a dois, mas deixar os outros olharem; só a mulher transar com outra mulher, enquanto o par olha ou os dois transarem com outro casal.

Na hora dos combinados, o melhor é ser claro e objetivo, evitando frases vagas como “não faremos nada que seja desconfortável”. Isso porque o que é ruim para um, pode ser bom para o outro.

2 - Deixar o par ter uma transa fora da relação

Nas relações abertas, esse comportamento é comum. “Algumas pessoas entendem que sexo é uma coisa e amor é outra”, afirma a sensual coach Glauciane Lourenço. Assim como nas outras práticas, essa deve ser consentida por ambos. E pressionar o outro até que ele ceda não é consentimento.

Também nesse caso um pacto prévio ajuda a evitar sofrimento. “O mais comum é que um não saiba sobre as aventuras do outro. Um não pergunta, e o outro não diz. Ambos agem de forma que a outra relação não apareça”, diz Maurício Amaral de Almeida.

Por outro lado, há também quem tenha prazer em saber que o par tem relação sexual com outra pessoa, que queira ouvir detalhes da transa. Mas, para saber em qual dos dois grupos você se encaixa, é preciso muita conversa honesta a dois.

3 - Iniciar em BDSM

A sigla representa diferentes práticas e expressões eróticas: Bondage (a arte de amarrar pessoas), Disciplina (técnica de disciplinar ou ser disciplinado), Dominação e submissão (dinâmica de relacionamento em que uma pessoa se submete a outra), Sadismo (prazer em provocar dor a outra pessoa) e Masoquismo (prazer em sentir dor).

“No universo BDSM, as relações são fundamentadas em hierarquia e são de dois tipos apenas: dominador e dominado, possuidor e posse”, explica Gladius Maximus, autor do blog “Diário de um Dominador”.

Para conhecer mais sobre o assunto, vale visitar sites especializados, ler relatos de quem participa dessas relações e até visitar locais em que a comunidade se reúne. Nesses lugares públicos, não há sexo, apenas jogos de poder, mas é possível entender como tudo funciona.

4 - Deixar sua mulher transar com outros homens

O que representa sofrimento para muitos homens, funciona como fonte de excitação para outros. Os chamados “cuckolds” sentem prazer no relacionamento sexual de suas mulheres com outros parceiros.

No Brasil, o fetiche é chamado de “corno manso” –ao digitar a expressão “corno manso fetiche” no Google, é possível ler relatos de muitos homens adeptos da prática.

A forma que essa fantasia será vivenciada depende de cada homem, alguns sentem prazer em assistir ao ato sexual e até desejam participar de alguma forma, enquanto outros preferem apenas ouvir os relatos das aventuras sexuais da mulher.

Mas, para que o fetiche funcione, a parceira precisa ter vontade de transar com outros homens. Geralmente, é na internet que os casais encontram o terceiro elemento para a transa e não são poucos os que viajam para outra cidade a fim de realizar a fantasia em segredo.

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