Comportamento

Por que nem todo mundo é chato quando bebe, como Antônio do "BBB"?

Reprodução/GloboPlay
Na primeira festa desta edição do "Big Brother", Antônio bebeu demais e ficou no pé da colega de confinamento Emily Imagem: Reprodução/GloboPlay

Adriana Nogueira

Do UOL

24/01/2017 17h24

Logo na primeira festa do “Big Brother Brasil 17” (Globo), o gêmeo Antônio já mostrou que pode ganhar o crachá de inconveniente do reality show. Ele bebeu demais, exagerou nas cantadas para cima da colega Emily e ficou no pé do irmão Manoel, para que ele também bebesse mais. Não satisfeito, ainda pediu mais bebida para a produção do programa. Quando se trata de álcool, há quem fique chato, como Antônio. Mas tem quem fique mais engraçado, extrovertido, agressivo, melancólico... Por que há essa diferença?


De acordo com o psiquiatra Sabino Ferreira de Farias Neto, fundador da Clínica Maxwell de Tratamento para Dependência Química, em Atibaia (SP), as doses iniciais de bebida alcoólica têm como efeito a diminuição da autocrítica do indivíduo. E nem estamos falando das pessoas que passam dos limites a ponto de colocar a vida em risco.

“Cada um de nós tem uma biografia, que é formada do nascimento até, mais ou menos, os 15 anos, o que faz com que a gente entenda a vida de acordo com o que assimilou nesse período. Ou seja, ao beber, a pessoa reage de acordo com suas vivências”, fala Farias Neto.

É por isso, segundo o psiquiatra, que há pessoas que ficam mais engraçadas, mas há quem demonstre seu lado choroso ou violento.

“A bebida age no sistema nervoso central e, em algumas pessoas, pode liberar comportamentos que ela não teria sóbria. Há indivíduos dóceis que, depois de beber um pouco, tornam-se agressivos”, afirma o professor Delson José da Silva, chefe do serviço de neurologia do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás.

Do mesmo jeito que não se pode falar em uma quantidade limite de álcool para todas as pessoas, também não se pode dizer que determinado tipo de bebida pode desencadear em certo tipo de comportamento. “As reações a cada tipo de bebida são muito pessoais.”

O neurologista do Hospital das Clínicas da Universidade de Goiás ainda afirma que se, na primeira vez que bebeu, alguém reagiu mal, foi agressivo ou inconveniente, a tendência é que o comportamento se repita em ocasiões futuras.

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