Vida no trabalho

Escada rolante ou normal? Campanhas criticam salários menores para mulher

Kazunori Shiina/Reprodução
Arte de Kazunori Shiina viralizou nas redes sociais Imagem: Kazunori Shiina/Reprodução

Denise de Almeida

Do UOL

06/07/2017 22h09

Uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira (5) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostrou que, no Brasil, mulheres assalariadas têm recebido, em média, 24% menos do que os homens.

Essa desigualdade salarial acontece em muitos países, o que tem motivado campanhas, dentro e fora do Brasil, para discutir o tema. Nesta semana, a imagem de uma delas viralizou e fez os internautas refletirem.

Entitulada "Step in inequality" ("Pise na desigualdade"), o anúncio criado pelo diretor de arte Kazunori Shiina e a redatora Chandani Karnik mostra duas escadas. Enquanto a escada rolante foi decorada com símbolos do sexo masculino e a cor azul, a escada convencional foi pintada de rosa e com símbolos do sexo feminino. Aos pés, a seguinte mensagem: "o caminho para o topo não é o mesmo para homens e mulheres". 

Divulgação/Ogilvy Brasil
Campanha transformou Mark Zuckerberg em mulher - o que o fez ficar mais pobre Imagem: Divulgação/Ogilvy Brasil

Em abril deste ano, a Forbes Brasil encomendou uma campanha à agência Ogilvy Brasil para tratar do mesmo tema.

Nela, ilustrações transformavam os homens mais ricos do mundo em mulheres e mostravam quão menos ricos eles seriam.

Assim, Mark Zuckerberg, o quinto da lista de bilionários, viraria Marcia Zukerberg e iria parar na 11ª posição do mesmo ranking, já que nos Estados Unidos a média de diferença salarial entre gêneros é de 21%, segundo a campanha.

A agência criou também versões femininas para Bill Gates e Carlos Slim, respectivamente o 1º e o 6º da lista. 

A revista AzMina também divulgou uma iniciativa, em março deste ano, com o mesmo enfoque. Com o nome de #MaisQue70, a campanha provocava o internauta ao oferecer clipes de cantoras brasileiras, mas faltando 30% da música.

Na ação, a revista fez parceria com Daniela Mercury, Tiê e Valesca Popozuda.

Divulgação/AzMina
Ação da revista AzMina cortou 30% das músicas de cantoras Imagem: Divulgação/AzMina

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