Comportamento

7 coisas que todo mundo deveria aprender ao levar um pé na bunda

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Heloísa Noronha

Colaboração para o UOL

02/08/2017 04h00

É chato, dói, a gente chora... Mas levar um fora pode ensinar várias lições importantes, fundamentais para evitar que a autoestima despenque. Essas lições não têm o poder de blindar a sua vida amorosa de um novo pé na bunda, mas, se levadas a sério, podem poupar você de muito sofrimento e confusão.

Há vida depois de um pé na bunda

O fundo do poço tem mola, viu? Embora pareça, não, você não vai morrer de amor. Aprender a perder não é fácil, mas faz parte da vida. Alguns foras são mais frustrantes do que doloridos, outros machucam para valer. O importante é encarar o processo de luto e entrar em contato com tudo o que está sentindo. Evitar pensar no cartão vermelho que levou só vai levar você a se fixar ainda mais na pessoa. Encare o sofrimento para, depois, levantar e seguir em frente. Você não é a primeira nem a última pessoa a passar por tudo isso.

Ter alguém não basta

Amores vêm, amores vão, mas você precisa manter na sua rotina tudo aquilo que lhe dá prazer: carreira, amigos, hobbies, estudos, esportes, pequenos prazeres. Ter vida própria é fundamental para quando levar um fora não ficar sem chão, com um sentimento enorme de solidão, tristeza e abandono. Quem busca investir em uma existência interessante e proveitosa com certeza consegue se reerguer mais facilmente.

Entender-se melhor

Todo rompimento é uma oportunidade para aprender a se relacionar melhor, principalmente, com a gente. Analise onde e como a outra pessoa errou, mas assuma a parte que lhe cabe de responsabilidade pelo fim. Ao identificar pontos que poderia ter mudado ou melhorado, você se torna capaz de se transformar e agir diferente numa próxima relação. Se você errou, perdoe-se. Foi porque naquele momento só sabia agir daquele jeito. Aproveite para refletir sobre como pode se transformar, aprender a se conhecer melhor e a cultivar o amor próprio.

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Amadurecer

Vamos combinar que levar um fora é um golpe fortíssimo na nossa autoestima e no nosso narcisismo, não é mesmo? Perder, de repente, o posto de pessoa especial e amada na vida de alguém é um choque duro, pois nos faz lembrar que, na verdade, somos comuns. E, na maior parte das vezes, o término acontece sob um monte de críticas e reclamações, sendo que de algumas não tínhamos a menor suspeita. Fica a lição: relacionamento não é uma guerra em que é preciso ter razão sempre. O outro pode nos mostrar coisas que não enxergamos. E, com isso, crescemos.

Ter menos expectativas

Que garantias temos para o amor? Nenhuma! amar é por nossa conta e risco. Sabemos do nosso desejo, mas não temos o mínimo controle sobre o desejo do outro. Se você gosta de alguém, é claro, espera retribuição e se esforça para isso. Entretanto, levar a próxima relação com mais leveza evita ansiedade, frustrações, desentendimentos, cobranças e julgamentos. Não crie expectativas nem a fantasia de como você deseja que seja o relacionamento ou sobre como a outra pessoa seja.

Resgatar o seu verdadeiro "eu"

Algumas pessoas curtem tanto o fato de estarem apaixonadas que parecem se fundir ao outro, abrindo mão de partes importantes da personalidade e deixando de lado as próprias vontades e manias para viver 100% o mundo do par. Daí, quando a relação acaba, sentem-se perdidas e vazias e acabam culpando o outro por uma decisão que foi exclusivamente delas. Um fora pode ajudar a resgatar antigos gostos e prazeres. Quando recheamos nosso tempo com coisas que gostamos e que nos dão alegria, a vida fica mais leve. 

Amigos valem ouro

Infelizmente, não são poucas as pessoas que acabam deixando o próprio círculo social de lado quando iniciam um namoro. É claro que a relação amorosa exige atenção e cuidado, mas é preciso se esforçar e tentar conciliá-la com a dedicação às amizades. Afinal, se o relacionamento não der certo, os amigos ainda estarão por perto para apoiar, ouvie e ajudar você a superar a perda. E mais: qualquer relação sadia tem espaço, sim, para que os dois cultivem os próprios interesses e vínculos.

Fontes consultadas: Carmen Cerqueira Cesar, psicoterapeuta e terapeuta de casais; Lizandra Arita, psicóloga clínica; Márcia Sando, psicóloga e coach de realcionamento, e Sandra Samaritano, psicóloga e terapeuta de casais.

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