Sexo

Esqueça 6 ciladas do cinema se você quer ter sexo bom de verdade

Heloísa Noronha

Colaboração para o UOL

08/08/2017 04h00

Tentar reproduzir cenas de sexo do cinema: quem nunca? Afinal, as sequências são excitantes, com astros lindíssimos e cenários instigantes. Mas o cinema envolve uma série de truques, ensaios e macetes de edição para tudo sair perfeito. Na vida real, tentar imitar essas ideias pode ser uma tremenda roubada. Quer ver? Damos seis exemplos.

1. Brincar com gelo pode ser uma fria

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Imagem: Reprodução

Lançado há mais de 30 anos, "9 1/2 Semanas de Amor" causou furor na época e ainda é uma referência cinematográfica em se tratando de sequências sensuais --são várias, para os mais diferentes gostos. Numa das cenas, Mickey Rourke usa gelo para excitar Kim Basinger. "Na vida real, o contato do gelo em seu máximo estado de solidificação com a pele pode ocasionar sérias queimaduras. Melhor tirá-lo da geladeira um pouco antes e usá-lo quando já estiver derretendo", aconselha Andreia Berté, palestrante motivacional e coaching de sensualidade, de Curitiba (PR). Não é à toa que as sex shops vêm ganhando rios de dinheiro com produtinhos que refrescam em contato com a pele, e sem danos.

2. Bolinhas da tortura

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Em "Cinquenta Tons Mais Escuros", Christian Grey presenteia Anastasia Steele com bolinhas prateadas para introduzir na vagina antes de irem a uma festa. Descrita em detalhes tanto no livro de E.L. James quanto no filme de James Foley, a experiência é abordada de modo totalmente inadequado. Essas esferas metalizadas conhecidas como Ben Wa são próprias do pompoarismo e servem para fortalecer a musculatura pélvica. "Usar as bolinhas realmente pode dar muito prazer para a mulher, pois, ao se moverem, elas funcionam como vibradores, fazendo a musculatura ter contrações involuntárias e causando sensações deliciosas. Mas a mulher tem que estar totalmente lubrificada, e tem que controlar o tempo. Se as bolinhas permanecerem um tempão na vagina, a lubrificação acaba e o contato com a pele seca pode machucar, especialmente na hora de retirá-las", explica Andreia.

3. Calcinha indelicada

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Tanto em "Instinto Selvagem" quanto em "Cinquenta Tons Mais Escuros" há a cena sexy da mulher que tira a calcinha no restaurante de maneira sutil, sob a mesa, e a entrega para o parceiro. Aquela facilidade é um belo de um truque, sabia? Quem já tentou fazer isso sabe que, para tirar a calcinha sentada, no mínimo, seria necessário subir a saia até a altura do quadril e dar uma leve levantada no bumbum, para, então, tentar escorregá-la pelas pernas e retirá-la totalmente. Não é impossível, mas certamente não será como nos filmes e exige treino! Uma dica para facilitar é usar uma calcinha de lacinho ou de velcro, que são mais fáceis de arrancar. Ou, então, ir até o banheiro e já voltar sem ela. Você finge que tira e entrega nas mãos do cara. O efeito atordoante vai ser o mesmo!

4. Vibrador indiscreto

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Na comédia romântica "A Verdade Nua e Crua", a workaholic Abby Richter (Katherine Heigl) vive a embaraçosa situação de perder o controle remoto de sua calcinha vibratória em um jantar. O controle cai nas mãos de uma criança que, ao tocá-lo, acaba causando vários estímulos, o que leva a moça a ter um orgasmo no restaurante. "A realidade pode trazer micos ainda maiores. Certa vez, o marido de uma cliente acionou o brinquedinho num jantar. Só que a cadeira do local era de madeira e o barulho que fez foi tão alto que todos se assustaram. Inclusive ela, que correu para o banheiro", relata Thais Plaza, terapeuta sexual e consultora do Grupo Afrodites, grupo secreto feminino no Facebook. A brincadeira é bem legal, mas cuidado: como buscar produtos adequados (que possam ser introduzidos) e silenciosos, além de testar em casa antes de usar na rua.

5. Striptease inexperiente

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Demi Moore, Natalie Portman, Jennifer Aniston, Jamie Lee Curtis e Kim Basinger são algumas das estrelas que imortalizaram a arte de tirar a roupa no cinema. Com movimentos sensuais, muito bate cabelo e a bordo de saltos altíssimos, elas fazem tudo parecer simples. Na prática, não são poucas as mulheres que se atrapalham ao tentarem se desvencilhar das peças. Isso sem contar as que caem na risada. "O fato é que fazer um striptease para muita gente é o ato de tirar a roupa dançando em uma coreografia. Mas, na realidade, trata-se de despir-se de forma provocante", diz Thais. Transmita segurança, esteja em sintonia com a música, faça contato visual, não tenha pressa. E, principalmente, não se leve tão a sério. Divirta-se. Dicas: escolha roupas descomplicadas, como vestidos, sapatos sem cadarços ou muitas tiras e peças sem muitos zíperes e botões.

6. Transar sem coreografia é bem melhor

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Poucos são os filmes que mostram o sexo de um modo mais realista, como "Azul É a Cor Mais Quente" ou "Pecados Íntimos". A maioria exibe sequências coreografadas, em que um se encaixa perfeitamente no outro e os movimentos parecem ensaiados (e são, mesmo). Um bom exemplo é a cena tórrida entre Angelina Jolie e Antonio Banderas em "Pecado Original" e a transa no banheiro de "Infidelidade". Na vida real, raramente o sexo é tão bonitinho e combinadinho: há barulhos estranhos, cotoveladas, posições incômodas, cãibras, dificuldade de encaixe em certos malabarismos... E nem por isso deixa de ser bom. Isso sem contar que, no cinema, nunca ninguém surge usando calcinha velha ou cueca esgarçada, né?

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