Relacionamento

Oi, sumido: seu novo amor pode estar entre os contatinhos antigos

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Imagem: iStock

Gabriela Guimarães e Marina Oliveira

Colaboração para o UOL

08/08/2017 04h00

A empresária Carla Foschini, 27, saiu de casa para ir ao aniversário do melhor amigo sem imaginar que o primo dele, cinco anos mais novo, que ela sempre viu nas festinhas da família e cumprimentou de longe, viraria um crush. “Eu conheci o Murilo ainda criança e, de repente, me deparei com um homem cheio de personalidade, determinado e muito focado nos seus objetivos”, conta. Depois de conversarem a noite toda, ela voltou para casa e não passou vontade: mandou uma mensagem. “Era só para agradecer a companhia naquela noite”, diz.

Na manhã seguinte, Murilo respondeu que tinha adorado conversar com ela, mas achou que faltou um abraço dos dois. Muitas conversas por telefone e áudios do WhatsApp depois, eles estavam namorando. “O primeiro encontro deu muita vergonha, eu não conseguia olhar para ele direito. Rola uma sensação diferente quando a pessoa já conhece você, eu fiquei receosa. Mas foi bom ouvir ele dizer que já estava de olho em mim há três anos”, conta.

Ex bom é ex solteiro

A publicitária Paula Mancio Machado, 28, soube em uma conversa na academia que o ex-namorado de colégio, Felipe, estava na pista novamente. Não pensou duas vezes: mandou uma mensagem para ele pelo Messenger, do Facebook, bem no estilo “oi, sumido”. “Eu não sabia se ainda existia um sentimento, mas, nos dez anos que ficamos separados, eu sempre tive um carinho especial por ele, por ter sido meu primeiro namorado. O nosso afastamento foi natural, porque a gente acabou se envolvendo com outras pessoas”, lembra.

Bastaram dois dias de conversa para Felipe fazer um convite que era viável apenas para uma ex-namorada. “Ele me chamou para jantar na casa dele com a família. E foi ótimo, porque eu já conhecia todo mundo, não passei constrangimento algum. Desde o jantar, não nos desgrudamos mais. Duas semanas depois, ele me pediu em casamento, já que tínhamos vivido, no passado, a fase do namoro”, comemora.

O novo repaginado

Vasculhar a lista de contatos atrás de alguém das antigas pode surpreender, explica o psicólogo clínico Artur Cortez. “Nós estamos sempre mudando e amadurecendo. Às vezes, um relacionamento que não deu certo antes pode funcionar em outro momento”.

O contatinho também pode ser alguém do colégio, com quem, anos atrás, não fazia sentido algum relacionar-se. Sabe aquela pessoa que a gente vê a foto no Facebook e fica com vontade de saber o que tem feito da vida? As mídias sociais estão aí para fazer a aproximação.

Meio caminho andado

É menos sofrido fazer o approach com contatinhos. Você não precisa vasculhar os perfis para descobrir interesses em comum e puxar papo ou mandar um questionário por WhatsApp para os amigos. Dá para iniciar uma conversa numa boa perguntando sobre a família, se ainda toca naquela banda ou gosta de jogar basquete como antigamente, por exemplo.

Se faltar coragem para mandar uma mensagem direta, curtidas e comentários nas fotos do alvo quase sempre dão certo e vão ajudá-lo a lembrar que você existe. Vale até usar informações privilegiadas para chamar a atenção, como postar a foto de um meme de gatos, se você sabe que o crush é doido por felinos.

Para não dar bola fora

Quando não há informação precisa sobre o status de relacionamento da pessoa, a foto de perfil do WhatsApp pode entregar essa informação. Na hora de puxar conversa, é melhor evitar frases que quase sempre soam como papinho, como “você não vai acreditar, sonhei com você essa noite”.

Além disso, um relacionamento que causou muito sofrimento no passado talvez não mereça uma segunda chance. “Relacionamentos antigos também nos ensinam o que não devemos fazer novamente”, diz a psicóloga Rosi Barreta. Da mesma forma, não seria legal despertar sentimentos novos em alguém que você não quis no passado -- e que sofreu para esquecer --, se não há intenção de fazer diferente agora.

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