Relacionamento

Novo relacionamento? Tome cuidado para não cometer esses 6 deslizes

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Heloísa Noronha

Colaboração com o UOL

12/08/2017 04h00

A empolgação com um novo romance -- e a vontade avassaladora de fazê-lo dar certo -- pode levar muita gente a meter os pés pelas mãos, mudando de comportamento para agradar o par ou corresponder a expectativas que existem apenas no plano da fantasia. Antes de se meter numa roubada assim, saiba quais são as 6 coisas fundamentais das quais você não deve abrir mão em nome do amor:

1. Deixar de lado os amigos

Evite que a empolgação com o romance leve a diminuir o contato com os amigos. Eles devem continuar a fazer parte de sua vida SEMPRE, assim como seus familiares. Não é questão de mau agouro, mas, vai que por algum motivo a relação não dá certo? Deixá-los de lado só vai aumentar uma possível solidão e a sensação incômoda -- e um tanto injusta, aliás - de que todo mundo seguiu em frente e você ficou para trás. A administração do tempo com cada pessoa querida é o melhor caminho. O ideal, inclusive, é aproveitar o relacionamento para aumentar o círculo de amizades dos dois.

2. Não se importar com as próprias opiniões

Não deixe de se posicionar por medo de ofender ou perder seu amor. Só parceiros controladores apreciam conviver com alguém sem vontade própria e que concorda com tudo o que eles dizem ou fazem. Para ser saudável, um relacionamento requer duas pessoas inteiras, verdadeiras e felizes. O namoro pode se transformar, vocês podem se separar, mas... você estará com você, sempre.

3. Esquecer a individualidade

Preserve-a a todo custo. Jamais deixe de fazer as coisas que lhe dão prazer, pois, em algum momento, você vai culpar o par por não se sentir mais feliz e por ele ter acabado com sua alegria de viver. Só que ninguém é responsável por nossa felicidade, além de nós mesmos. Tomar atitudes como parar de se vestir como gosta, evitar fugir comer o que adora e deixar de ir aos lugares que sempre frequentou, cedendo aos desejos do outro, não garante nenhum final feliz. Mantenha seus valores e costumes; tudo o que compõe a pessoa que é merece ser respeitado. Isso inclui também respeitar os próprios limites. Se você não se sente à vontade com determinada coisa, não faça. Se você não aceita, diga simplesmente "não".

4. Colocar seus sonhos em segundo plano

Uma relação saudável deve ser motivadora e impulsionar novas conquistas, nunca manter um dos dois estagnado ou aprisionado. Não abra mão de seus objetivos por ninguém, por mais diferentes que eles sejam das metas do par -- aliás, esse é o tipo de conflito que acende o sinal vermelho e faz refletir se tudo vai dar certo ou não, viu? Reflita: pessoas que nos querem bem nos incentivam a progredir, assim é um relacionamento feliz. Evite também substituir seus sonhos pelos do par. Vocês podem até ter sonhos em comum, é claro, e tentar realizá-los juntos, mas os desejos pertencentes a cada um terão que continuar em evidência e serem respeitados por ambos. Continue a ter papel ativo na sua própria vida!

5. Mudar sua personalidade

Seu crush sempre foi mais calado e, você, falante. Você ama ficar em casa, o outro quer badalar sempre que pode. O ideal é achar um equilíbrio e abrir concessões para que nenhum dos dois se sinta prejudicado. Há pessoas que mudam tanto para agradar o par -- até de visual, sendo que, em alguns casos, isso nem é pedido -- que, num determinado ponto da relação, nem sabem mais como é sua verdadeira identidade. Se o envolvimento não vinga, o resultado é alguém completamente aniquilado e perdido. Investir na função de “agradar o outro” a qualquer custo acaba com a própria autoestima!

6. Não respeitar a individualidade do par

Todas essas dicas são válidas para as duas partes da relação. Se você quer preservar sua individualidade, é preciso aceitar que o outro faça o mesmo. Não adote a crença furada de que é possível mudar o que incomoda no par em longo prazo. É importante saber diferenciar comportamentos simples que podem ser mudados das características de personalidade que são praticamente impossíveis de modificação. E também não se sentir incomodada com os amigos, gostos e hobbies da pessoa.


Fontes: Aida Franques e Roselia Pace, psicólogas da clínica Franco & Rizzi, de São Paulo (SP); Melcina Moura Moreno, psicóloga, pedagoga e coach, de São Paulo (SP), e Silvia Ligabbue, psicóloga e terapeuta de casal da Psicorposp, em São Paulo (SP)

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