Comportamento

Está no vermelho? Treine seu cérebro para gastar menos em 8 passos simples

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Não compre hoje! Amanhã talvez a vontade tenha passado Imagem: Getty Images

Carolina Prado

Colaboração para o UOL

31/08/2017 04h00

Você tem vontade de chorar cada vez que chega a fatura do cartão de crédito? Desesperar-se não é a solução. Algumas mudanças de atitude ajudam a controlar seus gastos e sair dessa relação de amor e ódio com dinheiro. Vamos a elas!

Antes de comprar, tire uma foto com o celular

Vale a foto ou salvar a imagem no celular, caso esteja em um site. Assim, você compõe a sua lista de desejos, porque ninguém compra só o que é necessário para a própria sobrevivência. Ao deixar a imagem na sua galeria de fotos, por alguns dias, você olha para ela algumas vezes e vê se não muda de ideia. Ou se algum outro desejo toma o lugar daquele. Não compre na hora. 

Por um tempo, evite os locais onde você mais costuma comprar

Você almoça no shopping e sempre volta para o trabalho com uma sacolinha? Prefira ir a restaurantes de rua. Se não tiver jeito, se obrigue a manter o controle ao sair somente com o dinheiro suficiente para bancar a refeição. Se gostar de algo, diga a si mesmo que volta depois para comprar. Nesse meio tempo, há grandes chances de sua vontade passar.

Cancele newsletters e pare de seguir páginas de lojas

A maior parte das pessoas consumistas, dizem as especialistas, não entra em sites de compras espontaneamente, apenas quando é impactada por eles. Seja por receber e-mails, seguir lojas no Instagram e Facebook ou ao apitar uma SMS no celular com propaganda. Por isso, a dica é cancelar esses cadastros, para diminuir as chances de compra. Outra estratégia é deixar o cartão de crédito longe do computador –e não salvar os dados dele nos e-commerces.

Aprenda a reconhecer quando está sendo manipulado

Existem estratégias comuns entre os comerciantes, para chamar a atenção do cliente. Sabe aquela história de achar que uma camiseta de R$ 90 é cara, mas uma de R$ 89,99 nem tanto? É uma delas. Porque a ordem que lemos (da esquerda para a direita) faz com que o primeiro número seja o que chama mais atenção. Frases como “última oportunidade”, “poucas peças disponíveis” ou “só este fim de semana” também são técnicas de vendas. Elas causam urgência no consumidor, que acha que precisa comprar a-go-ra. Não caia!

Durante 30 dias, deixe o cartão em casa e ande somente com dinheiro

A gente tem dó de trocar uma nota de R$ 50 ou de R$ 100 para comprar algo de R$ 10. Já com o cartão, mandamos passar no débito e nem sentimos a saída do dinheiro. Por isso, é uma estratégia eficiente andar apenas com notas de dinheiro na carteira, durante um mês, para que o cérebro tenha a sensação de que está gastando e você consiga se controlar mais.

Planeje um dia ou um fim de semana no meio do mato

Você pode passar o dia com amigos num parque, acampar, fazer uma trilha ou conhecer uma praia paradisíaca. Leve apenas o essencial: carteira de identidade, algum dinheiro e celular.
Ao estar impossibilitado de comprar, pelo menos por um tempo, você ganha uma nova perspectiva do que é essencial e pode aprender a curtir o seu tempo de outras maneiras.

Calcule o "valor tempo de vida" daquele produto

Descubra quanto vale a sua hora de trabalho. Não é complicado: você divide o seu salário mensal pelos dias de trabalho e, depois, pelas horas de trabalho diárias. O resultado é o tempo que você gasta de vida para ganhar aquele dinheiro. Vamos supor que você precise trabalhar por uma hora para ganhar R$ 10. Ao se apaixonar por uma calça jeans que custa R$ 230, pense:  “Essa calça vale as 23 horas que passei trabalhando?”.

Atualize suas metas de vida constantemente

É comprar uma casa, um carro, pagar a faculdade ou a festa de casamento? Pense nela sempre, principalmente antes de comprar algo. Veja o quanto o novo gasto pode impactar na grana que você já está guardando para o seu objetivo maior.

Fontes: Tatiana Zambrano Filomensky, psicóloga clínica, coordenadora dos setores de pesquisa e tratamento para compras compulsivas do Programa Ambulatorial Integrado dos Transtornos do Impulso (Pro-AMITI) da Universidade de São Paulo. Juliana Bizeto, psicóloga clínica.
 

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