Comportamento

Luiza Possi fala de bullying e das 5 descobertas depois dos 30

Reprodução Instagram
Luiza Possi Imagem: Reprodução Instagram

Daniela Carasco

do UOL, em São Paulo

05/09/2017 04h00

Aos 33 anos, Luiza Possi celebra as conquistas e descobertas que vieram com a idade. A temida crise dos 30, definitivamente, passou longe da cantora, que prefere destacar as delícias que a maturidade lhe trouxe.

Segura de si, Luiza garante que hoje sabe se sentir mais à vontade, dá de ombros aos julgamentos e não faz nada que possa lhe desagradar. Em turnê pelo Brasil com um tributo em homenagem ao rei do pop Michael Jackson e apaixonada pelo diretor Cris Gomes, a cantora elegeu outras cinco transformações -- e descobertas -- dos últimos anos a pedido do UOL.

1. "Não me deixo mais levar por modinhas"

"Não usar saltos tão altos, evitar roupas que não têm a ver comigo, mas estão na moda. Lembro da época em que era tendência usar sombra azul, diziam que valorizava os olhos claros. Só que ficava tão estranho em mim, mesmo assim eu insistia. Até que um dia, a Marlene Mattos chegou pra mim no meio do programa 'Jovens Tardes', que eu apresentava no início dos anos 2000, e me disse: ‘Promete pra mim que nunca mais vai usar sombra azul?'. Até hoje, quando algum maquiador me sugere, eu nego.”

2. "Me importo menos com a opinião alheia"

"Quando engordei 20 kg, as pessoas me julgavam muito. Era difícil ouvir e ler que eu estava gorda, foi um bullying bem descarado. Não foi isso que me fez emagrecer depois. Eu queria mesmo recuperar minha agilidade, minha flexibilidade, meu contato com o esporte. Mas as críticas, claro, ficaram muito marcadas."

3. "Aprendi a dizer 'não' mais vezes"

"Em vez de inventar desculpa ou fazer algo que não quero só pra não desagradar, digo logo meu ‘não’. Acho que isso vem com a maturidade e também com a autoconfiança, depois de uma série de conquistas."

4. "Ouço mais a voz da intuição"

“Já cheguei a desistir de compromissos no meio do caminho. Ouvi uma espécie de chamado dizendo ‘não vá’ e abracei. Acho que tem a ver também com a minha espiritualidade. Sou ecumênica, acredito muito na cabala, em algumas santas, em deuses, na mitologia grega. No início, as pessoas que trabalhavam comigo ficavam meio chateadas essas desistências repentinas. Hoje, respeitam. Já desisti de contratar uma pessoa no minuto final, diante dela. Em todas as vezes, descobri que estava certa.”

5. "Tenho mais paciência"

"Tenho muita pressa, ânsia de resolver, sabe? Só que descobri com a idade que o ditado ‘não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje’ nem sempre é válido. Às vezes, dormir em cima de uma ideia é importante."
 

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