Comportamento

Sua relação está quente ou fria?

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Com o passar do tempo, o fogo da paixão pode se tornar uma brasinha (e até apagar). Será que o seu relacionamento corre esse risco? Descubra com o teste elaborado com a consultoria de Diego Henrique Viviani, psicólogo do Inpasex (Instituto Paulista de Sexualidade).

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    Relação aquecida

    A sintonia entre você e o par faz com que a timidez fique longe da cama, o que é ótimo. Segundo o psicólogo Diego Henrique Viviani, amantes bem-sucedidos são os que têm intimidade para compartilhar desejos e expectativas, dizendo, por exemplo, onde e como gostam de ser tocados. "Quando cada um sabe do que o outro gosta, é possível usar a criatividade para inovar, de forma prazerosa para ambos". Mas isso vocês sabem fazer muito bem, não é mesmo?

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    Casal das neves

    Pelas suas respostas, é possível perceber que você e o parceiro deixaram de se divertir com o sexo e de experimentar novas posições, lugares e situações. A boa notícia é que é possível reverter essa situação, desde que haja interesse mútuo. "É preciso que cada um se esforce para fazer a sua parte, respeitando as dificuldades e limites do outro", diz o psicólogo Diego Henrique Viviani. Aposte em filmes e leituras eróticas, banhos e massagens, brincadeiras e fantasias. A criatividade é sempre um bom caminho para melhorar o sexo.

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    Está esfriando

    Ao que parece, os momentos a dois estão ficando em segundo plano com frequência e, com isso, a vida sexual se torna cada vez mais morna. "É preciso repensar a relação e conversar abertamente, mas sem acusações", afirma o psicólogo Diego Henrique Viviani. Programe-se para terem mais tempo a sós, sem tarefas e demais responsabilidades. Se a rotina não permitir algo espontâneo, vocês podem estabelecer dias específicos para as atividades a dois.

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    Em ponto de ebulição

    Você e o parceiro têm uma ótima sintonia na cama. E rotina é algo que não existe na relação sexual de vocês. Observe, apenas, se a afetividade e a parceria na vida cotidiana também fazem parte dessa química de sucesso, caso deseje que o relacionamento seja duradouro. "À medida que a relação sexual ganha estabilidade, a tendência é que não seja feita apenas com base no tesão, mas também pelos vínculos afetivos e emocionais estabelecidos", explica o psicólogo Diego Henrique Viviani.

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